Niterói aprova lei que permite passageiras escolherem motoristas do mesmo gênero, visando aumentar a segurança e a presença feminina no transporte por aplicativo. A medida é uma resposta a demandas sociais.

Uma nova legislação municipal em Niterói, aprovada no dia nove de abril, estabelece que as empresas de transporte por aplicativo devem disponibilizar a opção de motoristas do mesmo gênero para suas passageiras. Essa medida visa aumentar a segurança das usuárias e promover a participação feminina no setor. O vereador Anderson Pipico (PT) foi o autor da proposta, que recebeu apoio do prefeito Rodrigo Neves, que destacou a importância da iniciativa.
A nova lei permite que motoristas mulheres atendam exclusivamente passageiras, criando um ambiente mais seguro para todas as envolvidas. O prefeito Neves ressaltou que a construção do projeto contou com a colaboração de diversos setores da sociedade, evidenciando a relevância da participação comunitária na elaboração de políticas públicas.
A legislação, que ainda precisa ser regulamentada, exige que as plataformas de transporte por aplicativo implementem essa funcionalidade em seus sistemas. A expectativa é que a nova medida contribua para a diminuição de casos de assédio e violência, além de incentivar a presença feminina no mercado de trabalho relacionado ao transporte.
O vereador Anderson Pipico enfatizou que a proposta é uma resposta a uma demanda legítima da sociedade, buscando garantir mais segurança e conforto para as passageiras. A secretária da Mulher, Thaiana Ivia, também participou das discussões e destacou a importância da lei para um transporte mais seguro e inclusivo.
Com a implementação dessa legislação, espera-se que as mulheres se sintam mais à vontade para utilizar serviços de transporte por aplicativo, reduzindo a sensação de insegurança que muitas enfrentam. A presença de motoristas do mesmo gênero pode ser um fator decisivo para que mais mulheres optem por esses serviços.
Nessa situação, a união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a segurança e a inclusão. Projetos que visem fortalecer a presença feminina no setor de transporte e garantir um ambiente seguro para todas as usuárias merecem ser incentivados e apoiados pela comunidade.

A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, assinou o Acordo de Cooperação Técnica nº 025/2025, que visa resolver conflitos fundiários com foco na mediação e dignidade humana. O acordo, firmado com o TJDFT e a União, busca promover diálogo entre os poderes e acelerar a regularização fundiária, beneficiando milhares de famílias em áreas de ocupação irregular.

Uma pesquisa da startup to.gather revela que, apesar de setenta vírgula dois por cento das empresas brasileiras terem estratégias de diversidade e inclusão, apenas quarenta e quatro vírgula cinco por cento estabelecem metas de desempenho. A população trans enfrenta barreiras significativas, ocupando apenas zero vírgula seis por cento dos cargos de liderança.

A FIGIJ e a NASPAG publicaram artigo que desassocia hímen de virgindade, condenando testes de virgindade e defendendo que a avaliação de abuso deve se basear na história da paciente.

Um bebê foi salvo de um engasgo com a orientação do 1º sargento Olivan da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) por telefone. O pai seguiu as instruções e a criança está bem após atendimento médico.

Isaac Ludgero, um jovem atleta de futsal, sonha em jogar na seleção brasileira. Clubes como Madureira e Marã enfrentam desafios para formar cidadãos e atletas, promovendo inclusão social e desenvolvimento.

O Atlas da Violência 2025 aponta um aumento de mais de 50% nos casos de violência contra crianças de 0 a 4 anos, evidenciando a falha das políticas públicas e a urgência de ações intersetoriais. Mariana Luz, CEO da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, destaca a necessidade de uma abordagem coletiva para proteger as crianças e critica a ineficácia das políticas atuais.