A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado pode aprovar um crédito externo de US$ 750 milhões para apoiar micro, pequenas e médias empresas na Amazônia Legal. O programa, que conta com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e do Banco Interamericano de Desenvolvimento, visa promover o desenvolvimento sustentável e reduzir desigualdades regionais. O senador Eduardo Braga destaca que essa operação representa um investimento estratégico na geração de empregos e na capacidade produtiva da região.

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado se reunirá na próxima terça-feira, às 10h, para deliberar sobre a autorização de um crédito externo de US$ 750 milhões. Os recursos visam fortalecer empreendedores na Amazônia Legal, por meio de uma operação entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e o Banco Interamericano de Desenvolvimento.
O projeto, que conta com parecer favorável do senador Eduardo Braga, destina-se ao financiamento parcial do Programa BID-BNDES de Acesso ao Crédito para Micro, Pequenas e Médias Empresas e Pequenos Empreendedores, conhecido como Pró-Amazônia. O objetivo é promover o desenvolvimento sustentável na região, apoiando a criação e o fortalecimento de negócios locais.
Braga destacou a importância dessa operação, afirmando que ela representa um marco para a Amazônia Legal. Segundo ele, a iniciativa não apenas está em conformidade com a legislação vigente, mas também é um investimento estratégico na capacidade produtiva da região, contribuindo para a geração de empregos.
O programa visa reduzir as desigualdades regionais, oferecendo suporte essencial às micro, pequenas e médias empresas, além de pequenos empreendedores. Essa ação é crucial para a economia local, especialmente em uma região que enfrenta desafios econômicos e sociais significativos.
Os recursos provenientes desse crédito externo serão fundamentais para que os empreendedores da Amazônia Legal possam acessar o crédito necessário para expandir seus negócios e, assim, impulsionar a economia local de forma sustentável. A expectativa é que essa iniciativa traga benefícios diretos para a população da região.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na promoção do desenvolvimento sustentável e na redução das desigualdades. O fortalecimento das MPMEs (micro, pequenas e médias empresas) é essencial para garantir um futuro mais próspero para a Amazônia Legal.

Estão abertas as inscrições para o programa BTG Soma Empreendedorismo, que selecionará doze instituições para um ciclo de capacitação de oito meses, começando em setembro de 2025. As inscrições vão até 23 de julho.

O Ministério da Saúde aumentou em 42% os repasses para o SAMU 192 em Minas Gerais, totalizando R$ 170 milhões, com a entrega de 207 novas ambulâncias e a cobertura de 89,34% da população.

Juíza Vanessa Cavalieri alerta sobre o aumento de infrações virtuais entre adolescentes e a urgência de regular as redes sociais para proteger a nova geração. Ela destaca a necessidade de monitoramento parental e ações contra o bullying.

Durante o RH Summit 2025, Carolina Ignarra, CEO da Talento Incluir, enfatizou que a inclusão de pessoas com deficiência vai além da contratação, exigindo dignidade e oportunidades reais de crescimento. A consultoria já ajudou mais de 9 mil profissionais, mas a desigualdade persiste.

A prefeitura de Niterói atualizará o plano "Niterói Que Queremos" até 2050, iniciando consulta pública em 30 de outubro e criando o Conselho da Cidade para abordar desigualdades e integrar os ODS da ONU.

Radamés Casseb, CEO da Aegea Saneamento, alerta sobre os riscos climáticos que impactam a infraestrutura de saneamento no Brasil, pedindo adaptações nos contratos para mitigar esses desafios. A empresa planeja investir R$ 45 bilhões até 2033, focando na universalização do acesso à água e esgoto.