A nova Unidade Básica de Saúde (UBS) no Gama, com investimento de R$ 6 milhões, atenderá 300 pacientes diariamente e contará com infraestrutura moderna. A obra é realizada pela Construtora Queiroz Oliveira e gerida pela Novacap.
A construção da nova Unidade Básica de Saúde (UBS) na Colônia Agrícola Ponte Alta, no Gama, está em andamento. A obra, com investimento de R$ 6 milhões, é realizada pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal e executada pela Construtora Queiroz Oliveira (C.Q.O), sob a supervisão da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). A nova unidade visa ampliar a rede de saúde na região, com capacidade para atender até 300 pacientes diariamente.
O presidente da Novacap, Fernando Leite, ressaltou o compromisso do Governo do Distrito Federal em melhorar o atendimento em saúde. “Estamos determinados a garantir que essa unidade esteja pronta para atender os pacientes diariamente, oferecendo uma infraestrutura moderna e adequada”, afirmou. A UBS contará com diversos ambientes, como recepção, consultórios médicos e odontológicos, farmácia e salas de vacina.
Além das áreas de atendimento, a nova UBS incluirá espaços como banheiros adaptados, fraldário, sala de acolhimento e copa. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, destacou que a construção reflete o compromisso do governo em qualificar o atendimento à população do Gama. “Estamos investindo na saúde e bem-estar da comunidade”, disse.
A estrutura também será equipada com uma sala para agentes comunitários de saúde e ambientes administrativos, visando um atendimento mais completo. A obra é parte de um esforço contínuo para melhorar a infraestrutura de saúde na região, que tem enfrentado desafios no acesso a serviços médicos.
Com a nova UBS, espera-se que a população do Gama tenha acesso a um atendimento mais eficiente e humanizado. A unidade será um importante recurso para a comunidade, proporcionando serviços essenciais de saúde em um ambiente adequado e moderno.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode se unir para garantir que a saúde da comunidade seja sempre priorizada. A mobilização em torno de projetos de saúde é fundamental para fortalecer a rede de apoio e garantir que todos tenham acesso a serviços de qualidade.

Cerca de 8,5 milhões de pessoas no mundo e 200 mil no Brasil convivem com a doença de Parkinson, que afeta a produção de dopamina e gera sintomas motores e não motores. O tratamento é multidisciplinar e visa melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A obesidade no Brasil aumentou de 11,8% em 2006 para 24,3% em 2023, levando a novas diretrizes que permitem tratamento farmacológico para IMC abaixo de 30 e cirurgias bariátricas a partir de 14 anos.

Casais com mutações genéticas recessivas enfrentam riscos de doenças em filhos. Mariana Rios e João Diniz descobriram incompatibilidade genética durante FIV. Projeto da USP e Ministério da Saúde oferecerá triagem genética gratuita em breve.

A vacinação contra a dengue no Brasil enfrenta baixa adesão, com apenas 15 estados reportando dados e 13 deles com menos de 50% de retorno para a segunda dose. O Ministério da Saúde possui mais de um milhão de frascos estocados.

Tratamento experimental com células-tronco, zimislecel, curou dez de doze pacientes com diabetes tipo 1 grave, eliminando a necessidade de insulina após um ano. A pesquisa foi apresentada na Associação Americana de Diabetes.

Uma pesquisa recente publicada no JAMA Otolaryngology–Head & Neck Surgery revela que o consumo de bebidas açucaradas aumenta em quase cinco vezes o risco de câncer de cavidade oral em mulheres, mesmo na ausência de tabagismo e álcool. O estudo analisou dados de 162.602 mulheres, identificando que aquelas que ingerem uma ou mais bebidas adoçadas semanalmente têm risco significativamente elevado. Especialistas alertam que o açúcar pode causar inflamação e estresse oxidativo, criando um ambiente propício para o câncer. Reduzir essas bebidas é uma medida preventiva eficaz.