A Região de Saúde Central do Distrito Federal agora conta com um novo Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis) na UBS 1 do Lago Norte, oferecendo acupuntura e Tai Chi Chuan. O espaço, resultado de um desejo da comunidade e servidores, visa promover saúde integral com uma equipe multiprofissional.

A Região de Saúde Central do Distrito Federal recebeu, no dia treze de agosto, um novo Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis). O espaço está localizado na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 do Lago Norte e oferece uma variedade de atividades, incluindo acupuntura, auriculoterapia, Tai Chi Chuan, ioga e Lian Gong. A equipe multiprofissional do centro é responsável por atendimento, ensino, pesquisa e suporte às equipes da Atenção Primária.
As práticas integrativas visam abordar a saúde de maneira integral, levando em consideração as dimensões física, mental, emocional, espiritual e social do indivíduo. No Distrito Federal, já existem outros dois Cerpis em funcionamento, um em Planaltina e outro em Santa Maria, que também oferecem uma estrutura adaptada e acolhimento humanizado.
A inauguração do Cerpis na UBS 1 do Lago Norte atende a um desejo antigo da comunidade e dos servidores locais. A escolha do local foi estratégica, pois a unidade foi pioneira na implementação do Horto Agroflorestal Medicinal Biodinâmico, um projeto idealizado por Marcos Trajano, gerente de Práticas Integrativas da Secretaria de Saúde (SES-DF).
Além disso, o espaço já foi um ponto de referência para a prática do Tai Chi Chuan, sob a orientação do falecido Mestre Zacca, que contribuiu significativamente para a disseminação dessa prática entre a população. A presença de um espaço dedicado às práticas integrativas é um passo importante para a promoção da saúde e bem-estar na região.
Com a inauguração do Cerpis, a expectativa é que mais pessoas tenham acesso a essas práticas, que podem complementar os tratamentos convencionais e oferecer uma abordagem mais holística à saúde. A iniciativa reforça a importância de um cuidado integral, que considera o ser humano em sua totalidade.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitos cidadãos. A união da comunidade pode fazer a diferença na promoção de projetos que visam a saúde e o bem-estar de todos, fortalecendo a rede de apoio e cuidado na região.

O Brasil inicia a Conferência Global sobre Clima e Saúde em Brasília, com foco em políticas de adaptação para o setor saúde frente às mudanças climáticas, alinhada à COP30. O evento, coorganizado por diversas organizações, busca soluções inovadoras e reforça o compromisso do país com a equidade em saúde e justiça climática.

Iniciativas como o "Living Lab" da Unicamp e a telecolposcopia em comunidades indígenas estão transformando o acesso à saúde no Brasil, permitindo consultas e exames a distância em áreas remotas. Essas ações visam reduzir desigualdades e ampliar o cuidado médico.

O governo federal sancionou alterações na Lei Maria da Penha, incluindo monitoramento de agressores por tornozeleiras eletrônicas e aumento de penas para violência psicológica. Essas medidas visam fortalecer os direitos das mulheres.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) apresentou novas viaturas e efetivos da Operação Shamar, destacando a redução de 11% nos casos de violência contra mulheres em 2023. A ação, que celebra os 19 anos da Lei Maria da Penha e o Agosto Lilás, visa intensificar a conscientização e o enfrentamento à violência de gênero. A comandante geral da PMDF, Ana Paula Habka, enfatizou a importância do Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid) para acolher as vítimas.

Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza, reafirma o compromisso da empresa com diversidade, equidade e inclusão, destacando avanços como a cota de 30% de mulheres em conselhos. Em um cenário desafiador, Trajano defende a importância de ações sociais e de saúde, como a vacinação contra o HPV, e critica os altos juros que afetam pequenas empresas.

Jovem de 27 anos relata 11 anos de vício em apostas online, resultando em perdas financeiras e problemas pessoais. Ele agora usa um canal no YouTube para alertar sobre os riscos desse comportamento.