Jovem de 27 anos relata 11 anos de vício em apostas online, resultando em perdas financeiras e problemas pessoais. Ele agora usa um canal no YouTube para alertar sobre os riscos desse comportamento.

Lucas, um jovem de 27 anos, compartilha sua trajetória de 11 anos lutando contra o vício em apostas online, que resultou em perdas financeiras e problemas em sua vida pessoal e acadêmica. Desde os 16 anos, ele se envolveu com apostas, acreditando que poderia ganhar dinheiro fácil. No entanto, essa ilusão o levou a abandonar seis faculdades e a perder o emprego, além de prejudicar seus relacionamentos familiares.
Ele estima ter perdido entre R$ 800 e R$ 900 por mês, totalizando milhares de reais ao longo dos anos. Lucas relata que, mesmo após criar um canal no YouTube para alertar outros sobre os riscos das apostas, ele ainda enfrentou dificuldades financeiras e emocionais. A pesquisa da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) revela que 14% dos alunos de faculdades particulares atrasaram mensalidades ou trancaram cursos devido ao vício em apostas.
O ambiente familiar de Lucas, que incluía jogos de azar, contribuiu para sua vulnerabilidade. Ele começou a apostar com valores baixos, mas rapidamente se deixou levar pela ideia de que poderia enriquecer. Ao entrar na faculdade de Direito, sua dedicação aos estudos foi substituída por longas horas de apostas, resultando em reprovações e desistências.
Além das perdas financeiras, Lucas enfrentou problemas emocionais graves, incluindo a perda de relacionamentos e a cogitação de suicídio. A psicóloga Elizabeth Carneiro destaca que o vício em apostas pode levar a quadros de depressão e ansiedade, especialmente devido ao endividamento. As recaídas são comuns, muitas vezes desencadeadas por estresse ou ambientes propícios ao jogo.
Após uma cirurgia, Lucas ficou afastado do trabalho e, mesmo recebendo auxílio-doença, voltou a apostar, acumulando mais dívidas. Ele experimentou diferentes formas de apostas, incluindo cassinos online, mas sempre com resultados negativos. A ilusão de recuperar perdas é um padrão comum entre apostadores compulsivos, que frequentemente ignoram as consequências de suas ações.
Atualmente, Lucas está concluindo um curso de tecnólogo em Gestão Pública e não aposta há três meses. Seu canal no YouTube, que começou como uma forma de desabafo, agora serve para ajudar outros a reconhecerem os riscos das apostas. A conscientização sobre o vício é crucial, e a ajuda de familiares e amigos é fundamental para a recuperação. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a encontrarem apoio e recursos para superar desafios semelhantes.

O saxofonista Leo Gandelman lidera a Caravana Musical nas Escolas, promovendo música e instrumentos a estudantes da rede pública em Niterói e outras cidades. O projeto interativo visa enriquecer a cultura escolar e inspirar as crianças.

O Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira lança o projeto Música é Negócio, um curso online gratuito que visa capacitar artistas em marketing, direitos autorais e captação de recursos. A iniciativa, em parceria com o Banco BTG Pactual e a Saint Paul Escola de Negócios, responde a desafios identificados em pesquisa com cem artistas, como a dificuldade de financiamento e a falta de conhecimento em gestão. As aulas, ministradas por especialistas, começam em agosto e buscam fortalecer a carreira musical no Brasil.

O Vale do Café, no Sul Fluminense, revive a cultura do café arábica com produção orgânica e gourmet, atraindo turismo e formando a Associação de Cafeicultores do Vale do Café. A reintrodução do cultivo, iniciada em 2018, já conta com mais de cinquenta propriedades e um aumento significativo na produção, refletindo o interesse crescente por cafés especiais.

A empresa X lançou uma linha de produtos sustentáveis, destacando um novo item inovador que promete eficiência e acessibilidade, além de firmar parceria com ONGs para educação ambiental.

Empresas de tecnologia tentam excluir obrigações de retenção de dados sobre conteúdos abusivos em projeto de lei que visa proteger crianças nas redes sociais. O relator manteve exigências, e votação está prevista para esta semana.

Estudo brasileiro revela que maus-tratos na infância reduzem o volume do hipocampo direito, afetando memória e aprendizado. A pesquisa destaca a urgência de intervenções precoces para proteger o desenvolvimento infantil.