A OPAS, em parceria com o Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde de Pernambuco, finalizou uma oficina em Recife sobre inteligência em saúde, com foco em prevenção e monitoramento. O evento, realizado entre 18 e 20 de agosto, reuniu 38 profissionais e abordou temas como ondas de calor e lesões no trânsito, visando fortalecer a saúde pública no estado.

Recife, 20 de agosto de 2025 – A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil e a Secretaria de Estado da Saúde de Pernambuco, finalizou uma oficina sobre inteligência em saúde. O evento ocorreu entre os dias 18 e 20 de agosto, em Recife, e teve como objetivo integrar dados, monitorar indicadores e prevenir riscos em saúde. A oficina faz parte das iniciativas da OPAS para apoiar a implementação do Centro de Inteligência em Saúde de Pernambuco.
A inteligência em saúde envolve um ciclo que integra o manejo, tratamento e análise de dados, além da análise de risco e a divulgação de informações. Essa abordagem visa orientar decisões em programas de saúde, identificando e reduzindo riscos e ameaças por meio de monitoramento contínuo.
A programação da oficina foi dividida em quatro eixos temáticos. O primeiro abordou a inteligência em saúde como uma ferramenta para a transformação digital. No segundo dia, o foco foi em ondas de calor e calor extremo, discutindo o uso do índice de Fator de Excesso de Calor (EHF) para monitoramento e alertas. O terceiro tema tratou da prevenção de lesões no trânsito, promovendo a interoperabilidade de sistemas de informação para ações de promoção e prevenção. Por fim, o quarto eixo discutiu os avanços na vigilância sindrômica para detecção de eventos relevantes em saúde pública.
Participaram da oficina trinta e oito profissionais, incluindo representantes das Secretarias Executivas da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES/PE), que atuam nas áreas de vigilância, atenção, gestão e infraestrutura. Esses profissionais fazem parte do Grupo de Trabalho do Centro de Inteligência em Saúde de Pernambuco, que está criando um Comitê para a implementação da iniciativa.
Essas ações são fundamentais para fortalecer a capacidade de resposta do sistema de saúde em Pernambuco, especialmente em situações de emergência e na promoção da saúde pública. A integração de dados e a análise de riscos são essenciais para a tomada de decisões informadas e eficazes.
Iniciativas como essa podem ser potencializadas pela mobilização da sociedade civil. A união em torno de projetos que visem a saúde e o bem-estar da população é crucial. A colaboração pode fazer a diferença na vida de muitos, especialmente em tempos de desafios na saúde pública.

A presidente da Anadep, Fernanda Fernandes, destacou a campanha Justiça Climática, que conecta direitos humanos e meio ambiente, em entrevista sobre o acesso à Justiça no Brasil, que abrange apenas 52% das comarcas.

A Fundação Athos Bulcão retoma a construção de sua sede, projetada por Lelé, após 16 anos de espera, com apoio político e estimativa de custo entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões. O projeto visa criar um espaço cultural e educacional significativo para Brasília.

A Casa da Coruja será inaugurada na Unisuam, em Bonsucesso, oferecendo atividades esportivas e culturais gratuitas para todas as idades, promovendo o desenvolvimento integral da comunidade. A iniciativa, apoiada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Esporte e da Cultura (Idec) e patrocinada pela Karoom e Vale, visa valorizar artistas locais e fomentar uma convivência social inclusiva. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas presencialmente.

O Sesc RJ lança campanha antirracista no Intercolegial, integrando ações educativas e simbólicas em quatro modalidades esportivas, visando conscientizar jovens atletas sobre discriminação racial. A iniciativa, parte do projeto Consciências, ocorrerá em competições de basquete, handebol e vôlei, com braçadeiras e faixas, promovendo um ambiente inclusivo e respeitoso.

Uma executiva da área de educação reflete sobre a diferença entre ter "poder de lápis" e "poder de caneta", destacando a luta por autonomia nas decisões e a necessidade de validação por superiores. Essa dinâmica evidencia a persistente desigualdade de gênero e raça em posições de liderança.

O filme "Manas", de Marianna Brennand, foi premiado no Festival de Veneza 2024, destacando a atuação de Jamilli Correa e a sensibilidade ao abordar a vulnerabilidade de meninas na Ilha do Marajó. A produção, que retrata a realidade de Marcielle e suas dificuldades, equilibra a denúncia de abusos com uma narrativa que evita a violência explícita, recebendo elogios pela força dramática e envolvimento do elenco.