A gestão Ricardo Nunes lançou um chamamento público para requalificação do Largo da Batata, em Pinheiros, visando melhorias na infraestrutura e valorização do patrimônio histórico. O projeto, que abrange 69,9 mil metros quadrados, será desenvolvido por uma organização social selecionada em um processo que dura trinta dias. A iniciativa surge após críticas à proposta de concessão à Pepsico, que foi cancelada devido a preocupações com a lei da Cidade Limpa.

A gestão de Ricardo Nunes (MDB) anunciou, nesta sexta-feira (15), a abertura de um chamamento público para selecionar uma organização social que ficará responsável pela requalificação do Largo da Batata, localizado em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. O objetivo é desenvolver estudos preliminares e um projeto básico que melhore a infraestrutura e valorize o patrimônio histórico da área.
A intervenção abrangerá um espaço de 69,9 mil metros quadrados, incluindo o largo e seu entorno, em um perímetro de 2,5 quilômetros. O projeto selecionado será financiado por recursos privados, através de um acordo de cooperação. As propostas devem ser apresentadas em um prazo de trinta dias, e uma comissão terá dez dias para avaliar as submissões.
O chamamento é exclusivo para entidades sem fins lucrativos, incluindo sociedades cooperadas e organizações religiosas que atuem em prol do interesse público. Essa iniciativa surge após a gestão municipal ter cancelado um projeto de concessão para a Pepsico, que pretendia utilizar o espaço para publicidade, o que gerou críticas e contrariedades à lei da Cidade Limpa.
As consultas públicas realizadas pela prefeitura revelaram insatisfações dos frequentadores em relação à falta de arborização, áreas verdes, conservação das calçadas, iluminação pública deficiente e mobiliário urbano inadequado. Esses problemas têm desestimulado a permanência de pessoas no largo e em seu entorno.
A análise das propostas levará em conta a capacidade de cada projeto em apresentar soluções para as questões levantadas, como o enterramento de fiações e a adequação do espaço para eventos culturais e esportivos. A proteção e valorização do patrimônio histórico, que inclui a Igreja de Nossa Senhora de Monte Serrat e o Mercado de Pinheiros, também será um critério importante na avaliação.
O Largo da Batata, que tem uma história rica desde 1560, precisa de um olhar atento para revitalização. Projetos que visem a melhoria do espaço devem ser apoiados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na transformação desse importante ponto cultural e social de São Paulo.

O Instituto Capim Santo abriu inscrições para o curso gratuito "Cozinha do Amanhã", com 200 horas de aulas práticas e teóricas em São Paulo, voltado a pessoas em vulnerabilidade social. A formação, que ocorre na Universidade Anhembi Morumbi, visa capacitar novos profissionais da gastronomia, promovendo a sustentabilidade e a redução das desigualdades sociais. As inscrições vão até 23 de julho.

Estudo da USP revela que o consumo de ultraprocessados no Brasil varia entre municípios, com Florianópolis alcançando 30,5% das calorias diárias, destacando a influência da renda e urbanização.

O Circuito Rua Viva chega ao Mercado Sul Vive, em Taguatinga, nos dias 12 e 13 de julho, com uma programação gratuita que inclui teatro, oficinas e shows de mais de 30 artistas locais. O evento, promovido pelo Coletivo Truvação e Ventoinha Produções com apoio do FAC-DF, visa levar cultura às periferias do Distrito Federal, destacando a arte e a diversidade da região.

O cânhamo se destaca como uma nova fronteira para o agronegócio brasileiro, com potencial de gerar R$ 26 bilhões anuais e 300 mil empregos, dependendo da regulamentação. O evento em São Paulo evidenciou o crescente interesse do setor agrícola na planta, que pode romper estigmas associados à cannabis.

A Mattel apresenta a primeira boneca Barbie com diabetes tipo 1, desenvolvida em parceria com a Breakthrough T1D, promovendo inclusão e conscientização sobre a doença. A nova Barbie possui acessórios que simulam o monitoramento da glicose, destacando o compromisso da marca com a diversidade.

Joélho Caetano, jovem de comunidade quilombola no Ceará, produz sorvete artesanal com ingredientes locais, enquanto outros inovam com óleo de coco e espumante de caju, promovendo a cultura alimentar regional.