Garimpeiros, como Chico Osório, ainda buscam ouro na extinta Serra Pelada, enquanto novos projetos visam transformar a região em um destino turístico, refletindo mudanças nas aspirações locais.

Chico Osório, um garimpeiro de setenta e sete anos, acredita que a Serra Pelada, famosa pela corrida do ouro nos anos 1980, ainda guarda riquezas. Ele se encontra em um local onde a mina foi fechada em mil novecentos e noventa e dois, agora coberta por um lago natural. Apesar da proibição da atividade, Osório e outros garimpeiros continuam a sonhar com a extração de ouro, mesmo enfrentando operações frequentes das autoridades contra garimpos clandestinos.
Osório, que já encontrou mais de mil quilos de ouro, agora luta para conseguir alguns gramas por semana. Ele recorda com nostalgia os tempos de prosperidade, quando a mina atraía milhares de homens em busca de fortuna. Outros ex-garimpeiros, como Lucindo Ferreira, de setenta e dois anos, compartilham essa memória, afirmando que, apesar das dificuldades, havia um espírito de camaradagem e esperança entre os trabalhadores.
Embora muitos tenham perdido suas fortunas rapidamente, a busca pelo ouro ainda é uma obsessão na região. Creuza Maria de Conceição, que cozinhava para os garimpeiros, também acredita que o ouro ainda está presente no solo. Ela menciona que, mesmo com as dificuldades, a esperança de encontrar riqueza persiste entre os moradores da Serra Pelada.
Recentemente, houve tentativas de reabrir a mineração na área, mas projetos anteriores, como o da empresa canadense Colossus, foram abortados devido a problemas legais. A atual administração do governo brasileiro tem intensificado esforços para combater o garimpo ilegal, especialmente em terras indígenas, reduzindo a taxa de desmatamento na região.
Enquanto isso, a nova geração de moradores da Serra Pelada busca alternativas. Gabriel Vieira, de dezenove anos, destaca que muitos jovens preferem investir em educação e novas oportunidades, como o turismo. O Sebrae no Pará planeja transformar a Serra Pelada em um destino turístico, aproveitando suas belezas naturais e promovendo o desenvolvimento sustentável.
A transformação da Serra Pelada em um destino turístico pode abrir novas oportunidades para a comunidade local. Projetos que visem apoiar essa transição e promover o desenvolvimento sustentável podem ser fundamentais para garantir um futuro melhor para os moradores da região. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na revitalização dessa área histórica.

O Brasil enfrenta um grave déficit na assistência psiquiátrica, com uma queda de 53% nos leitos do SUS e um aumento de 19% no setor privado, deixando os mais pobres sem acesso a cuidados adequados. A situação se agrava com o aumento de transtornos mentais pós-pandemia, evidenciando um abismo assistencial que privilegia os ricos.

O Sesc RJ lança campanha antirracista no Intercolegial, integrando ações educativas e simbólicas em quatro modalidades esportivas, visando conscientizar jovens atletas sobre discriminação racial. A iniciativa, parte do projeto Consciências, ocorrerá em competições de basquete, handebol e vôlei, com braçadeiras e faixas, promovendo um ambiente inclusivo e respeitoso.

A empresa X lançou uma linha de produtos sustentáveis, destacando um novo item inovador que promete eficiência e acessibilidade, além de firmar parceria com ONGs para educação ambiental.

Gael Ribeiro, estudante de medicina, viralizou ao compartilhar sua experiência com a laqueadura aos 22 anos, destacando a nova lei que permite o procedimento a partir dos 21 anos, sem necessidade de filhos. A repercussão da postagem gerou debates sobre direitos reprodutivos e a pressão social sobre a maternidade, evidenciando a importância da autonomia feminina nas escolhas pessoais.

A empresa X anunciou uma parceria com a ONG Y para promover reflorestamento e educação ambiental, além de implementar um programa de reciclagem em suas lojas. Essa iniciativa visa fortalecer a linha de produtos sustentáveis da empresa e contribuir para a redução da pegada de carbono.

A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) da Fiocruz foi designada como Centro Colaborador da OPAS e da OMS, focando na atenção primária à saúde. A parceria reforça a excelência da ENSP na formação de profissionais e na produção de políticas públicas.