Yanna Lavigne e Bruno Gissoni transformaram um sítio em Itamonte em um lar voltado à educação ambiental, investindo em hospedagens e no curta-metragem Agenda 2100. O casal busca equilibrar vida familiar e profissional no campo.

Yanna Lavigne e Bruno Gissoni, casados desde dois mil e dezoito, transformaram um sítio em Itamonte, no sul de Minas Gerais, em um lar voltado para a criação das filhas. O casal investe em uma rotina que prioriza a educação ambiental e o tempo de qualidade em família. Yanna destaca que é possível equilibrar a vida profissional com a tranquilidade do campo, proporcionando um ambiente seguro e inspirador para as crianças.
O sítio, cercado pela Mata Atlântica, conta com diversas comodidades, como fogão a lenha e piscina. Bruno, que tem uma conexão especial com a cidade, afirma que a mudança trouxe mais qualidade de vida para a família. Ele ressalta que o tempo no campo permite um convívio mais próximo e saudável com as filhas, o que tem sido uma experiência gratificante.
A principal motivação para a mudança foi a primeira infância das filhas. Yanna explica que a formação da identidade e da personalidade ocorre nesse período crucial. O casal decidiu antecipar a vida tranquila no campo, acreditando que isso beneficiaria o desenvolvimento das crianças. A cada dia, eles se sentem mais satisfeitos com a escolha de viver em um ambiente natural.
Além de ser um refúgio familiar, o casal investe em hospedagens imersivas na propriedade, que são alugadas para visitantes. Yanna menciona que o sítio também é um espaço de reflorestamento e que eles estão envolvidos em projetos audiovisuais com foco socioambiental, como o curta-metragem Agenda 2100, que aborda questões de sustentabilidade.
Bruno está se preparando para lançar a sexta temporada da série Impuros, além de outros projetos. O casal tem conciliado a rotina agitada de trabalho com a vida no campo, mantendo um equilíbrio saudável entre suas atividades profissionais e a vida familiar. Eles compartilham momentos especiais nas redes sociais, mostrando a beleza do local e a importância da conexão com a natureza.
Iniciativas como a de Yanna e Bruno são exemplos de como a sociedade pode se beneficiar de um estilo de vida mais sustentável e consciente. Apoiar projetos que promovem a educação ambiental e a preservação da natureza é fundamental para garantir um futuro melhor para as próximas gerações. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença na construção de um mundo mais equilibrado e saudável.

Uma mulher trans obteve na Justiça de São Paulo uma indenização de R$ 10 mil após ser barrada em uma boate por usar roupas femininas, evidenciando discriminação. O caso, que ocorreu em março de 2017, teve a indenização inicial de R$ 4 mil aumentada após recurso. A boate alegou normas de vestuário, mas testemunhas confirmaram o preconceito enfrentado pela mulher.

Fátima Bernardes participou do encontro da ELA no Rio de Janeiro, abordando sua experiência com câncer e a importância da vacinação contra HPV. A informação é crucial para a prevenção e cuidado.

Um estudo da Universidade de Michigan revela que 20 minutos em ambientes naturais, três vezes por semana, podem reduzir o estresse e promover o bem-estar. A pesquisa destaca a importância do contato com a natureza para a saúde mental e física.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, anunciou a criação de um grupo de trabalho para elaborar um projeto de lei que visa proteger crianças e adolescentes em até 30 dias, após a repercussão de um vídeo do influenciador Felca. O vídeo, que teve mais de 33 milhões de visualizações, expôs a adultização e exploração de menores nas redes sociais, gerando uma reação humanitária e urgente de Motta. A proposta busca combater a sexualização de crianças e adolescentes e já conta com sugestões de especialistas para contribuir nas discussões.

Cacique Raoni, aos 93 anos, compartilhou sua história com estudantes e líderes globais, reafirmando seu compromisso com a paz e a autonomia em um documentário que narra sua trajetória em primeira pessoa.

A exposição "Jaraguá Kunhague Ouga’a" no Museu do Futebol celebra a luta e a cultura das mulheres Guarani Mbyá, destacando sua resistência e espiritualidade através do futebol, com a ampliação do território para 532 hectares. A mostra, que reúne fotografias, vídeos e objetos, é um manifesto sobre a vivência do futebol feminino indígena como símbolo de identidade e autonomia política.