A OPAS, em parceria com o Ministério da Saúde e o ITpS, promoveu a segunda edição da oficina sobre vigilância laboratorial em Fortaleza, reunindo 34 profissionais de diversos estados. O evento visou fortalecer a Rede de Laboratórios de Saúde Pública do SUS, compartilhando boas práticas e inovações.

Brasília, 5 de agosto de 2025 – A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em colaboração com o Ministério da Saúde do Brasil e o Instituto Todos pela Saúde (ITpS), promoveu, nos dias 28 e 29 de julho, a segunda edição da “Oficina para Troca de Experiências e Aprimoramento da Vigilância Laboratorial em Nível Subnacional”. O evento ocorreu na Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE), em Fortaleza, e contou com a participação de 34 profissionais das áreas de vigilância em saúde e dos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens) de diversos estados.
O principal objetivo da oficina foi facilitar o intercâmbio de experiências entre os estados, além de discutir os avanços e desafios enfrentados pelas redes laboratoriais. A iniciativa visa fortalecer a Rede de Laboratórios de Saúde Pública do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro, promovendo melhorias na vigilância laboratorial.
Durante a programação, os participantes compartilharam boas práticas de gestão, estratégias de regionalização, inovações tecnológicas e soluções que podem ser replicadas em diferentes contextos. Essas discussões são fundamentais para aprimorar a vigilância laboratorial e garantir a qualidade dos serviços de saúde.
A primeira edição da oficina ocorreu em 2024, no estado do Paraná, e focou nos estados das regiões Sul e Sudeste. Em 2025, o evento foi ampliado para incluir também estados das regiões Nordeste e Centro-Oeste, refletindo a necessidade de uma abordagem mais abrangente e colaborativa.
A realização da oficina se alinha aos princípios do Regulamento Sanitário Internacional e à missão da OPAS de apoiar o fortalecimento das capacidades essenciais dos países. O evento representa um passo importante para a melhoria da saúde pública no Brasil, especialmente em um momento em que a colaboração entre estados é mais necessária do que nunca.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a união em torno de projetos que visam melhorar a saúde pública pode fazer uma diferença significativa na vida das comunidades. O fortalecimento da vigilância laboratorial é essencial para garantir a saúde da população e a eficácia das ações de saúde.

Cuidadores de pacientes com Alzheimer no Brasil são majoritariamente mulheres, enfrentando sobrecarga emocional e financeira. Estudo revela que 86% dos cuidadores são do sexo feminino, com custos que podem ultrapassar R$ 8 mil.

Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) revelou uma conexão genética entre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e a dor crônica, sugerindo tratamento integrado. A pesquisa, publicada no Biological Psychiatry Global Open Science, analisou dados de mais de setecentas e sessenta mil pessoas, encontrando uma correlação genética de 0,6 entre as duas condições. Essa descoberta pode transformar a abordagem clínica, destacando a importância de considerar a dor crônica como parte de um quadro neurológico mais amplo.

A Petrobras investirá R$ 15 milhões em melhorias no acesso ao Cristo Redentor, incluindo novas escadas rolantes e um plano inclinado, com supervisão do ICMBio. A iniciativa visa aumentar a acessibilidade e modernizar a infraestrutura do monumento, que enfrenta problemas crônicos.

A Geração Z exige que as empresas priorizem a saúde mental como uma necessidade essencial, não um benefício. Organizações estão implementando práticas que promovem bem-estar e retenção de talentos.

O Coletivo Noroest estreia "Vértebras Quebradas" em abril de 2025, com dez apresentações em São Paulo e interior, promovendo rodas de conversa e acessibilidade em LIBRAS. O espetáculo explora a resistência de corpos periféricos através da cultura Hip Hop.

A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, assinou o Acordo de Cooperação Técnica nº 025/2025, que visa resolver conflitos fundiários com foco na mediação e dignidade humana. O acordo, firmado com o TJDFT e a União, busca promover diálogo entre os poderes e acelerar a regularização fundiária, beneficiando milhares de famílias em áreas de ocupação irregular.