Operação do Ibama e IMA-SC no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro resulta na apreensão de 101 aves silvestres e multas que ultrapassam R$ 200 mil. Ação combate tráfico e protege espécies ameaçadas.

Florianópolis/SC (11 de abril de 2025) – Em uma operação realizada no entorno do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina, fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto do Meio Ambiente (IMA-SC) apreenderam cento e uma aves silvestres, sendo oitenta e seis nativas e quinze exóticas. Muitas dessas aves estão listadas como espécies ameaçadas de extinção. Gaiolas utilizadas para capturar os animais foram destruídas.
A operação ocorreu nos municípios de Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas e São Bonifácio, focando em criadores ilegais de pássaros e em denúncias de tráfico de animais silvestres. Durante a ação, os agentes flagraram diversas irregularidades, incluindo animais em cativeiro ilegal e sinais de captura recente. Como resultado, foram aplicadas multas que ultrapassam R$ 200 mil.
Algumas aves, que provavelmente eram mantidas em cativeiro para engorda e abate, foram soltas imediatamente, como um casal de jacus (Penelope sp.). Outras aves, que apresentavam ferimentos, foram encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres do Parque Estadual do Rio Vermelho, em Florianópolis, para receber os cuidados necessários e reabilitação.
No final da operação, os agentes destruíram arapucas e gaiolas utilizadas pelos infratores. A posse ou uso de animais da fauna brasileira sem autorização é uma infração da Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) e do Decreto 6.514/08. O Ibama reafirma seu compromisso com a proteção do meio ambiente, visando a preservação da biodiversidade do país para as futuras gerações.
O tráfico de animais silvestres é uma questão crítica que afeta a fauna brasileira e a biodiversidade. A atuação de órgãos como o Ibama e o IMA-SC é essencial para combater essa prática ilegal e proteger as espécies ameaçadas. A conscientização e o apoio da sociedade são fundamentais para fortalecer essas iniciativas.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na proteção da fauna silvestre. Projetos que visam a reabilitação e proteção de animais resgatados precisam de apoio contínuo para garantir que esses esforços sejam sustentáveis e eficazes.

O Observatório do Clima critica a organização da COP30 em Belém, apontando que os altos preços de hospedagem podem tornar o evento excludente e prejudicar a participação internacional. A falta de soluções do governo pode resultar em um evento esvaziado e com baixa credibilidade.

Khisêtjês, povo indígena do Xingu, enfrentam graves problemas de saúde devido à contaminação por 28 agrotóxicos em água e alimentos, resultando em doenças e mudanças na fauna local. A pesquisa, impulsionada por suas lideranças, revela a urgência de ações para proteger a saúde e o meio ambiente.

Um estudo da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos revela que a maioria das pessoas subestima o impacto ambiental de ter cães de estimação, que contribuem significativamente para as emissões de carbono. A pesquisa destaca que a dieta carnívora dos cães gera mais emissões do que ações sustentáveis frequentemente valorizadas, como a reciclagem.

Estudo recente alerta que a extinção de diversas espécies pode ocorrer em ritmo acelerado nos próximos cinquenta anos, demandando ações urgentes para preservar a biodiversidade global.

O projeto RESTORE, que envolve Brasil, França e Alemanha, utiliza nanopartículas e microrganismos para aumentar o crescimento de plantas e resistência à seca, promovendo soluções inovadoras para desafios ambientais.

Uma onça-parda foi resgatada em Iconha, Espírito Santo, após ser vista nas ruas e se esconder em um prédio. A operação contou com a Polícia Militar, o Batalhão Ambiental e a Defesa Civil, e o animal será reintegrado à natureza.