O Pagode do Biro retorna após cinco anos, sendo a atração principal da 2ª edição do Cantos e Contos da Folia Carioca, com entrada gratuita e homenagem ao compositor Wantuir Cardeal. O evento, que ocorrerá no Sindicato dos Fumageiros, valoriza a cultura do samba e a oralidade, com apresentações e performances visuais.

Após cinco anos de pausa, o tradicional Pagode do Biro retorna ao cenário cultural do Rio de Janeiro como a atração principal da 2ª edição do Cantos e Contos da Folia Carioca – A Fala do Griô. O evento ocorrerá nesta quinta-feira, dia 10 de julho, das 18h às 23h, no Sindicato dos Fumageiros, localizado na Tijuca. A entrada é gratuita, com uma contribuição voluntária destinada ao tratamento do compositor Wantuir Cardeal, que será homenageado na ocasião.
O evento representa um reencontro do Pagode do Biro com o espaço, promovendo uma noite dedicada à valorização do samba de raiz, da oralidade e da memória cultural carioca. Durante a programação, haverá duas apresentações do Pagode do Biro, agendadas para às 19h e às 21h30. Entre essas apresentações, às 20h40, a escritora Juliana Correia e o fotógrafo Ierê Ferreira realizarão uma performance que combina contos e projeções visuais.
O Sindicato dos Fumageiros, que abriga o evento, está situado na Rua Haddock Lobo, 239, na Tijuca. A iniciativa busca não apenas resgatar a tradição do samba, mas também criar um espaço de interação e celebração da cultura local. O retorno do Pagode do Biro é um marco importante para a comunidade, que há anos aguarda a volta desse evento emblemático.
A homenagem ao compositor Wantuir Cardeal é um destaque à parte, refletindo a importância de sua contribuição para a música e a cultura carioca. A arrecadação de fundos para seu tratamento é uma forma de a comunidade se unir em apoio a um dos seus ícones, reforçando a solidariedade e o compromisso com a preservação da cultura local.
O evento promete atrair um público diversificado, que busca não apenas entretenimento, mas também uma conexão com suas raízes culturais. A combinação de música, contos e projeções visuais cria uma experiência única, que promete encantar os presentes e fortalecer os laços comunitários.
Iniciativas como essa são fundamentais para a revitalização da cultura e da arte na cidade. A união da comunidade em torno de eventos que valorizam a tradição e a memória pode ser um passo importante para garantir a continuidade de projetos culturais. Ao apoiar esses eventos, todos podem contribuir para um futuro mais vibrante e culturalmente rico.

A cadeira de rodas "Anfíbia", adaptada para uso em terra e água, foi validada pelo Instituto de Medicina Física e de Reabilitação HC da USP, proporcionando acesso seguro ao mar para pessoas com deficiência. O equipamento, que custa a partir de R$ 14 mil, conta com boias flutuadoras e encosto ajustável, facilitando a experiência de banho de mar. Clientes relatam maior conforto e segurança ao utilizá-la.

Moradores do Distrito Federal podem relatar problemas de iluminação pública na campanha "Falta Luz Aqui", do deputado Fábio Felix, que já recebeu 137 reclamações em dez dias. A iniciativa visa melhorar a segurança e o conforto visual da população.

A Internet das Coisas (IoT) avança na indústria com a integração de inteligência artificial, destacando inovações como a tornozeleira eletrônica do Grupo Link para proteção de mulheres. Empresas como Siemens e Bosch estão na vanguarda, com 38% das soluções de IoT já incorporando IA. A tecnologia melhora a eficiência e promove a sustentabilidade, enquanto a tornozeleira avisa sobre a proximidade de agressores.

Kylian Mbappé, estrela do futebol, investe na equipe francesa do SailGP, unindo esportes e ações sociais para jovens. A iniciativa visa inspirar e promover educação, refletindo seu legado além do futebol.

Ana Lisboa, gaúcha e ex-advogada, transformou sua trajetória de superação em um negócio de sucesso, liderando o Grupo Altis, que já impacta 100 mil alunos em 72 países e prevê faturar R$ 50 milhões em 2024.

O Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, em 3 de julho, destaca a Lei Afonso Arinos, de 1951, que criminalizou a discriminação racial no Brasil. Apesar de 16 milhões de empreendedores negros registrados em 2024, a desigualdade persiste, com rendimentos 46,2% inferiores aos de brancos, mesmo com escolaridade similar.