O Cehub e o laboratório Genun promovem palestra sobre novas diretrizes de rastreamento do câncer de colo do útero, substituindo o Papanicolau pelo teste molecular de PCR para HPV. O evento, gratuito e presencial, ocorrerá em 26 de junho, com o biomédico Marco Antônio Zonta, especialista em doenças infecciosas. A nova abordagem permite diagnósticos mais precoces e precisos, visando reduzir a mortalidade por câncer entre mulheres no Brasil, onde são esperados mais de 17 mil novos casos em 2025. As inscrições estão abertas até 25 de junho.

O Centro de Estudos do Hospital Unimed Bauru (Cehub) e o laboratório Genun promovem uma palestra gratuita sobre as novas diretrizes de rastreamento do câncer de colo do útero. O evento ocorrerá no dia 26 de junho, das 19h às 20h, e contará com a presença do biomédico Marco Antônio Zonta, especialista em doenças infecciosas e parasitárias. A palestra abordará a substituição do exame de Papanicolau pelo teste molecular de PCR para HPV, uma mudança significativa na detecção precoce da doença.
Marco Antônio Zonta, que possui doutorado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e é pesquisador associado de instituições renomadas, explicará como o novo protocolo, que será adotado a partir de novembro de 2024, representa um avanço na identificação do câncer de colo do útero. O teste molecular permite a detecção do DNA do vírus HPV antes que alterações celulares ocorram, possibilitando um diagnóstico mais preciso e um acompanhamento mais seguro das pacientes.
Segundo Lívia Nardi Lopes, farmacêutica-bioquímica e responsável técnica pelo laboratório Genun, essa mudança é crucial para a saúde das mulheres. O novo exame não apenas identifica a presença do HPV, mas também ajuda a prever o risco de desenvolvimento de tumores, oferecendo uma janela de tempo maior para intervenções preventivas. A palestra visa informar profissionais da saúde sobre essas diretrizes e suas implicações na prática clínica.
O câncer de colo do útero é uma das principais causas de morte por câncer entre mulheres no Brasil, com mais de 17 mil novos casos esperados em 2025, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). O evento é destinado a ginecologistas, urologistas, oncologistas e outros profissionais da saúde, e as inscrições podem ser feitas até o dia 25 de junho no site do Cehub.
O evento será realizado no auditório do Cehub, localizado na Avenida Dr. Arnaldo Prado Curvello, em Bauru. As vagas são limitadas, e os interessados devem se inscrever o quanto antes para garantir a participação. Mais informações podem ser obtidas através dos canais de contato do Cehub.
Iniciativas como essa são fundamentais para a promoção da saúde e prevenção de doenças. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na luta contra o câncer, apoiando projetos que visem a conscientização e o acesso a exames e tratamentos adequados.

A fabricante Novo Nordisk anunciou a redução de até 19,6% nos preços dos medicamentos Wegovy e Ozempic no Brasil, visando aumentar o acesso e combater falsificações. A medida surge em meio ao aumento da demanda e de crimes relacionados.

A Fundação Hemocentro de Brasília enfrenta uma queda alarmante nas doações de sangue, com média de 121 diárias, 33% abaixo do necessário. Coleta externa em 14 de agosto visa reverter a situação crítica.

A Anvisa aprovou o Voranigo (vorasidenibe) para tratamento de gliomas difusos em pacientes a partir dos 12 anos, oferecendo uma nova alternativa terapêutica. O medicamento promete reduzir o risco de progressão da doença com boa tolerabilidade.

Estudo revela que hábitos como atividade física, sono adequado e saúde mental são mais determinantes para um envelhecimento saudável do que a genética. Eric Topol destaca cinco estratégias essenciais para prolongar a vida saudável.

A saúde auditiva é crucial para a qualidade de vida dos idosos, com a perda auditiva não tratada sendo um fator de risco para demência. A economia prateada movimentou R$ 1,8 trilhão em 2024, evidenciando a necessidade de atenção a essa questão.

Mulheres com endometriose têm risco elevado de menopausa precoce, ocorrendo em média 19 meses antes de forma cirúrgica e cinco meses antes de forma natural, segundo estudo da Universidade de Queensland. A pesquisa, que abrangeu mais de 279 mil mulheres, destaca a necessidade de incluir acompanhamento da menopausa nos cuidados com a endometriose, uma condição que afeta uma em cada dez mulheres em idade fértil.