O documentário "Pangolim: A Viagem de Kulu", da Netflix, visa conscientizar sobre a conservação dos pangolins, que enfrentam extinção devido à caça ilegal por suas escamas e carne.

Os pangolins, mamíferos cobertos por escamas, estão em grave risco de extinção devido à caça ilegal. Esses animais, que possuem uma história evolutiva de mais de sessenta milhões de anos, são os mais traficados do mundo. Existem nove espécies conhecidas, sendo quatro na África e cinco na Ásia, incluindo uma recém-identificada por análise genética. O pangolim-gigante africano, por exemplo, pode ultrapassar um metro de comprimento, enquanto o pangolim-malaio é arborícola e utiliza sua cauda preênsil para se locomover.
As escamas dos pangolins, compostas de queratina, funcionam como um escudo natural. Quando ameaçados, eles se enrolam, formando uma "bola" impenetrável. O nome pangolim deriva do termo malaio pengguling, que significa "aquele que rola". Apesar dessa defesa, os pangolins não conseguem se proteger do maior predador: o ser humano. Eles são caçados por sua carne e, principalmente, por suas escamas, que são utilizadas na medicina tradicional asiática, mesmo sem comprovação científica de eficácia.
Desde a proibição internacional do comércio em dois mil e dezesseis, a caça ilegal continua intensa. Estima-se que milhões de pangolins sejam retirados da natureza anualmente. As espécies asiáticas estão classificadas como em perigo crítico de extinção, enquanto as africanas são consideradas vulneráveis. Essa situação alarmante motivou a Netflix a produzir o documentário Pangolim: A Viagem de Kulu, que visa aumentar a conscientização sobre a conservação desses animais e a crise do tráfico de animais silvestres.
O documentário destaca a importância de proteger os pangolins, que se tornaram um símbolo da luta contra o crime ambiental e a preservação da biodiversidade. A produção busca sensibilizar o público sobre a necessidade de ações efetivas para garantir a sobrevivência dessas espécies. O pangolim, um animal pouco conhecido, agora ganha visibilidade em um momento crítico, onde a união de esforços é essencial para a conservação.
Além de informar, o documentário também convida à reflexão sobre o impacto das tradições culturais na conservação da fauna. A medicina tradicional, que utiliza as escamas dos pangolins, é um tema delicado que precisa ser abordado com cuidado. A conscientização sobre a ineficácia dessas práticas pode ajudar a reduzir a demanda e, consequentemente, a caça desses animais.
Nesta luta pela preservação dos pangolins, a sociedade civil pode desempenhar um papel crucial. A mobilização em torno de projetos que apoiem a conservação e a educação ambiental é fundamental. A união de esforços pode fazer a diferença na proteção desses mamíferos e na luta contra o tráfico de animais silvestres, garantindo um futuro mais seguro para as espécies ameaçadas.
O Ibama iniciou a Operação Metaverso 2025 em Minas Gerais, resultando em 26 notificações e 13 suspensões de empresas madeireiras, além da apreensão de 4,5 mil metros cúbicos de madeira irregular, com multas potenciais de R$ 1,3 milhão.

Paul Watson, ativista ambiental, destaca a urgência de adotar práticas indígenas para salvar a Amazônia. Ele busca participar da COP30, mas depende de questões diplomáticas.

A Anistia Internacional Brasil realizará uma ação simbólica na Praia de Copacabana, com botos encalhados cobertos de petróleo, em protesto contra a exploração de petróleo na Amazônia durante a Cúpula do BRICS. A entidade destaca a contradição do Brasil em promover energias limpas enquanto investe em combustíveis fósseis, alertando para os riscos ambientais associados a essa prática.

Pesquisadores destacam que as cascas de laranja, antes descartadas, são ricas em compostos que protegem o coração e melhoram a digestão, revelando seu valor nutricional. Incorporá-las à dieta pode reduzir o desperdício e promover saúde.

Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma argila cerâmica leve com sargaço, oferecendo uma solução sustentável para o acúmulo dessa alga nas praias e melhorando a eficiência energética na construção civil. A pesquisa, coordenada por João Adriano Rossignolo da Universidade de São Paulo (USP), demonstrou que a adição de sargaço reduz a densidade do material e melhora o desempenho ambiental, apresentando uma alternativa viável para mitigar os impactos negativos dessa biomassa.

Em 2023, as emissões de gases de efeito estufa alcançaram níveis recordes, superando previsões e gerando preocupações sobre desastres naturais e biodiversidade. Especialistas pedem ações urgentes.