Pastor Arnaldo Barros, da Igreja Geração Eleita, resgata ex-criminosos, promovendo mais de 5.000 "desligamentos" de facções, destacando a conversão religiosa como saída do crime. O projeto Paz no Acre utiliza a fé para justificar a saída de integrantes do tráfico, com apoio de facções que aceitam a conversão. A divulgação das histórias de ex-criminosos gera impactos variados.

A Igreja Geração Eleita, sob a liderança do pastor Arnaldo Barros, tem se destacado na conversão de ex-criminosos, promovendo o que ele chama de "desligamentos" de facções. Recentemente, Barros resgatou um homem ligado ao B13, que estava baleado e usava tornozeleira eletrônica. O pastor afirmou já ter conduzido mais de cinco mil desligamentos, enfatizando a aceitação da religião como uma saída do crime.
Durante uma gravação, Barros se apresentou e anunciou sua missão de desligar um jovem de uma facção criminosa. Ele estava acompanhado de dois ex-membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho), que relataram ter deixado a vida criminosa após aceitarem Jesus Cristo. O resgatado, que exibia cicatrizes de múltiplos tiros, afirmou que agora se dedicará à saúde e ao filho.
O pastor Arnaldo Barros, de cinquenta e seis anos, lidera o projeto Paz no Acre, que visa usar a igreja para justificar o afastamento de integrantes do crime. Ele explicou que, ao resgatar alguém, o ex-criminoso fornece o contato de seus superiores, e Barros envia um vídeo informando sobre a conversão. Muitas facções, como o B13, têm regras que permitem a saída de membros que se tornam religiosos, geralmente evangélicos.
Barros, que foi ex-vereador em Rio Branco, possui cerca de quatro mil e quatrocentos seguidores no Instagram. Ele reconhece que a divulgação dos depoimentos de ex-criminosos pode gerar impactos negativos, mas sempre pede autorização para compartilhar as gravações. Alguns que aceitam se expor enfrentam consequências, como perda de emprego e choque familiar.
Antonio, um ex-criminoso, relatou sua conversão em dois mil e vinte, abandonando uma vida de prostituição e engano. Rodrigo, outro ex-membro do crime, procurou Barros para se desligar do CV, onde atuava desde os quatorze anos. Ele descreveu a vida no crime como um ambiente de constante medo e violência, mas agora se sente livre após a conversão.
Pesquisadores como Bruno Paes Manso afirmam que a entrada na igreja é uma das poucas saídas para quem vive no tráfico, pois muitos percebem que a vida criminosa é vazia e dolorosa. Christina Vital, por sua vez, observa uma desconfiança crescente entre os criminosos sobre a sinceridade das conversões. Em meio a essa realidade, iniciativas que promovem a reintegração social e o apoio a ex-criminosos são essenciais e podem ser fortalecidas pela união da sociedade civil.

A peça "A Boca que Tudo Come Tem Fome (Do Cárcere às Ruas)" da Companhia de Teatro Heliópolis aborda a reinserção social de egressos, refletindo sobre a liberdade em um sistema que marginaliza. O espetáculo utiliza um espelho d'água como símbolo da luta e das dificuldades enfrentadas por aqueles que tentam reconstruir suas vidas após a prisão.

A Escola Livre de Dança de Santo André oferece oficinas gratuitas de férias para todas as idades, com foco em diversas modalidades de dança. As inscrições estão abertas até 1º de julho, com atividades que promovem a cultura e a expressão corporal.

Felipe Bressamin Pereira, o Felca, enfrenta ameaças após seu vídeo sobre "adultização" viralizar, gerando discussões no Congresso sobre proteção infantil nas redes sociais. Ele registrou ocorrências contra mais de 200 contas.

Siddharth Nandyala, um jovem prodígio, criou o aplicativo CircadiaV, que detecta doenças cardíacas com alta precisão em apenas sete segundos, e desenvolve uma prótese acessível controlada pelo pensamento.

O Intercolegial, evento de esporte estudantil no Rio de Janeiro, completou 43 anos promovendo inclusão e revelando talentos olímpicos, com mais de 220 mil participantes. A competição oferece bolsas de estudo e integra gerações.

Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, começou a usar carro blindado e segurança após receber ameaças por suas denúncias sobre influenciadores e a exploração de menores nas redes sociais. O youtuber criticou a adultização e a exposição de crianças, gerando um debate urgente sobre a segurança infantil online. Seu vídeo "Adultização" já ultrapassou 100 milhões de visualizações.