A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, anunciou um ciclo de investimentos de R$ 32 bilhões em áreas essenciais, visando reduzir desigualdades e melhorar a infraestrutura do estado. Lyra destacou a concessão de R$ 25 bilhões em saneamento, R$ 1 bilhão em educação e R$ 6 bilhões em infraestrutura, ressaltando a queda do desemprego de 15% para 10%.

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), anunciou um ciclo de investimentos recorde no estado, totalizando R$ 32 bilhões, durante sua participação na 2ª edição do Summit Brazil-USA, em Nova York. Os investimentos incluem R$ 25 bilhões em saneamento, R$ 1 bilhão em educação e R$ 6 bilhões em infraestrutura. Lyra destacou que Pernambuco está vivendo o "maior ciclo de investimentos dos últimos quinze anos", com foco em melhorar a qualidade de vida da população.
Em sua fala, a governadora enfatizou a importância de decisões políticas para aumentar os investimentos sociais e em infraestrutura. Ela mencionou a concessão da empresa de saneamento, que deve garantir um investimento privado significativo, e ressaltou que dois milhões de pessoas ainda não têm acesso à água no estado. "Com isso, vamos mudar a realidade na infraestrutura e no cuidado com as pessoas", afirmou Lyra.
Além do saneamento, Lyra destacou o "maior investimento na história" em assistência social e a destinação de R$ 1 bilhão para a construção de creches e educação infantil. Ela também mencionou que seu governo não tolera a corrupção e que os investimentos têm impactos sociais e territoriais. Na área de infraestrutura, o estado investiu mais de R$ 6 bilhões em estradas, um aumento significativo em relação aos investimentos anteriores.
A governadora apresentou dados positivos sobre a economia de Pernambuco, com um crescimento do PIB de 6,4% no último trimestre de 2024 e a redução da taxa de desemprego de 15% para 10%. Apesar dos avanços, Lyra reconheceu que o índice ainda é elevado e que o estado foi o "segundo maior gerador de carteira assinada do Brasil". Ela destacou que Pernambuco estava estagnado ao assumir o governo, mas que agora há potencial para crescimento.
Lyra também abordou a necessidade de combater desigualdades sociais e regionais, afirmando que o país precisa crescer "sem deixar ninguém para trás". Ela lembrou que atualmente apenas duas mulheres governam estados no Brasil, incluindo ela mesma e Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte, destacando a importância da representação feminina na política.
Essas iniciativas demonstram um compromisso com o desenvolvimento social e econômico de Pernambuco. Projetos como esses devem ser estimulados pela sociedade civil, que pode se unir para apoiar ações que visem melhorar a qualidade de vida e combater as desigualdades na região.

Carolina Arruda, 28, realizará uma infusão de cetamina na Santa Casa de Alfenas para tratar a neuralgia do trigêmeo, buscando alívio para dores intensas após múltiplos tratamentos. O procedimento requer monitoramento em UTI devido a possíveis efeitos colaterais.

Cerca de 57 milhões de brasileiros residem em municípios com desenvolvimento baixo ou crítico, principalmente no Norte-Nordeste, refletindo a ineficácia das políticas públicas. A responsabilidade recai sobre as prefeituras, que enfrentam desafios em saúde e educação.

A Secretaria de Cultura do Distrito Federal lançou um projeto gratuito para formar bailarinos de 9 a 13 anos, inspirado na Escola do Teatro Bolshoi. Mais de 200 crianças já se inscreveram para audições.

Nos últimos cinco anos, o mercado de beleza no Brasil tem se adaptado às necessidades de mulheres negras, oferecendo uma gama diversificada de produtos para cabelos crespos e pele negra. Movimentos sociais e a crescente demanda por inclusão impulsionaram essa transformação, refletindo uma mudança significativa nas tendências de consumo.

O Brasil avança na proteção de crianças e adolescentes na internet, mas especialistas alertam para a falta de regras concretas e regulação das plataformas digitais. Apesar das novas diretrizes, a implementação enfrenta desafios, como a ausência de fiscalização e a necessidade de leis complementares. A proteção dos menores no ambiente digital ainda é insuficiente.

Em 2024, o Brasil registrou 472.328 afastamentos por problemas de saúde mental no trabalho, um aumento alarmante de 68% em relação ao ano anterior, segundo o Ministério da Previdência Social. Especialistas, como a psicóloga Denise Milk, alertam para a necessidade urgente de ações preventivas nas empresas, destacando a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) como uma ferramenta essencial para identificar e mitigar riscos emocionais no ambiente de trabalho. A saúde mental deve ser priorizada para garantir um clima organizacional saudável e produtivo.