Kaciane Martins e seus pugs, Napoleão e Romeu, participarão da 10.ª edição da Pet Run em São Paulo, evento que reúne tutores e cães em atividades esportivas e de lazer. Espera-se a presença de 1.500 duplas e mais de 5 mil pessoas.

Napoleão e Romeu, dois pugs de sete anos, participarão da 10.ª edição da Pet Run, um evento que ocorrerá no próximo domingo, a partir das 7h, no estacionamento do Shopping SP Market, em São Paulo. A expectativa é reunir cerca de 1.500 duplas de tutores e seus cães. Kaciane Martins, jornalista de 51 anos e tutora dos pugs, destaca que os animais exigem exercícios diários e cuidados especiais devido à sua raça, que possui problemas respiratórios.
Kaciane, que considera Napoleão e Romeu como filhos, compartilha que os pugs passaram por uma cirurgia de rinoplastia para melhorar a respiração. Ela afirma que, embora tente ir à academia, acaba se exercitando apenas com os cães. "Eles me obrigam a me movimentar", brinca. Os pugs têm personalidades distintas: Napoleão prefere ficar na barraca de ração, enquanto Romeu gosta de passear e interagir com outros cães.
A Pet Run contará com duas modalidades: a Corrida Pet, às 8h30, para duplas que buscam desempenho, e a Cãominhada, às 9h15, voltada para famílias. Todos os participantes que completarem o percurso de dois quilômetros receberão medalhas. O evento também oferecerá pontos de hidratação, equipe de animadores e ambulatório veterinário, além de atividades pós-prova, como massagem e pista de agility.
Alessandro Zonzini, CEO da Fuse Eventos Esportivos, organizadora do evento, destaca que a Pet Run é a maior corrida de pets do Brasil. Na última edição, em 2024, 1.300 duplas participaram, e neste ano, o número deve aumentar. Ele lembra que a primeira corrida pet no Brasil foi realizada em 2012, e desde então, o evento tem crescido em popularidade, atraindo famílias inteiras.
As regras de participação são rigorosas para garantir a segurança de todos. Cães de raças consideradas potencialmente agressivas devem usar coleira, guia curta e focinheira. Além disso, é proibido qualquer tipo de violência, e cadelas no cio devem usar calcinha higiênica. A organização assegura que os cães não ficam soltos na arena, promovendo um ambiente seguro e controlado.
Os patrocinadores do evento incluem marcas renomadas como Premier, Cobasi e Decathlon. A Fuse também planeja realizar mais três Pet Runs em São Paulo ainda este ano. Eventos como a Pet Run são oportunidades para a comunidade se unir em torno do bem-estar animal e promover a saúde e a felicidade dos pets. A participação e o apoio a iniciativas como essa podem fazer a diferença na vida de muitos animais e seus tutores.

Após ataques de cães a pedestres na Asa Norte, o Governo do Distrito Federal (GDF) realizou uma operação de resgate, vacinando e avaliando os animais. A tutora, moradora de rua, resistiu, mas dois cães foram acolhidos.

Corpo de Bombeiros resgata cinco cabritos em área de difícil acesso na Serra da Bolívia, em Aperibé (RJ), após 13 dias sem água e alimento. Quatro foram soltos na mata e um ficou sob cuidados de morador local.

Um homem de 30 anos foi preso em flagrante por maus-tratos a um pitbull em Ceilândia, após denúncia anônima. O cão, resgatado em estado crítico, recebe tratamento veterinário. A ação destaca a luta contra a violência animal no DF.

No dia 18, uma equipe de 17 profissionais da UFRRJ realizou uma operação de saúde para uma onça-parda no Cetas de Seropédica, com exames e instalação de colar de monitoramento para futura soltura.

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) busca resgatar mil búfalos abandonados em Parnarama, responsabilizando o proprietário por maus-tratos e danos morais coletivos. A ação visa garantir a saúde dos animais e a qualidade de vida da comunidade local.

Cadela chamada Chocolate é resgatada com sucesso de poço artesiano de 25 metros em Sobradinho pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, sem ferimentos.