Ministério da Integração se reúne com líderes do Polo de Ibiapaba para discutir expansão hídrica. A construção de barragens pode triplicar a área irrigada, promovendo desenvolvimento sustentável.

O Polo de Agricultura Irrigada da Ibiapaba, reconhecido em 2025, recebeu um novo impulso com a reunião do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) com lideranças locais. O encontro, realizado no dia 14 de abril, teve como objetivo discutir a ampliação da infraestrutura hídrica na região, que é uma das mais promissoras do Ceará para a produção agrícola irrigada.
Durante a reunião, foram apresentadas as necessidades da região, com foco na construção de barragens e na expansão da área irrigada de dez mil para trinta mil hectares. O Açude Lontras, em Croatá, foi destacado como um projeto estratégico, pois já possui o projeto executivo concluído e é o maior entre os reservatórios previstos.
Além do Açude Lontras, outros barramentos foram mencionados, incluindo a Barragem Arabê em São Benedito, Barragem Juá em Viçosa do Ceará, Barragem Remissão em Tianguá, Barragem Pejuaba em Ibiapina e Barragem Macambira em Poranga. A implementação dessas infraestruturas é crucial para atender à demanda por segurança hídrica na região.
Atualmente, a área irrigada da Ibiapaba abrange cerca de dez mil hectares, mas com a construção das novas barragens, esse número pode triplicar. Os sistemas adutores do Projeto Malha D’Água, Ibiapaba Norte e Ibiapaba Sul, também foram destacados como fundamentais para atender diversos municípios da região.
A diretora de Irrigação do MIDR, Larissa Rego, enfatizou a importância do diálogo com as lideranças locais. Segundo ela, “esse diálogo direto é fundamental para que possamos transformar as demandas em projetos concretos e estruturantes”. A agricultura irrigada é vista como uma força vital para o desenvolvimento sustentável da Ibiapaba.
Com a expansão da infraestrutura hídrica, a região poderá não apenas aumentar sua produção agrícola, mas também gerar mais empregos e renda. Projetos que visem a melhoria das condições de vida na Ibiapaba devem ser apoiados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na promoção do desenvolvimento local.

Pesquisas indicam que as águas do oceano antártico estão se tornando mais salgadas, o que pode intensificar o aquecimento global e ameaçar a vida marinha, incluindo pinguins e focas. O aumento da salinidade provoca uma troca de calor que acelera o derretimento das calotas de gelo, resultando na formação de mais icebergs. Isso afeta diretamente espécies que dependem do gelo, como a foca-caranguejeira e o pinguim-imperador, cuja população já sofreu perdas significativas. Além disso, a mudança impacta a biodiversidade e a economia da costa brasileira, afetando a pesca e a cadeia alimentar local.

O V Encontro Técnico Nacional de Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres ocorrerá em agosto de 2025, promovendo a capacitação e a troca de experiências entre especialistas. O evento, organizado pelo Ibama, visa fortalecer a gestão da fauna silvestre e contará com palestras sobre reabilitação, nutrição e uso de tecnologias inovadoras. As inscrições presenciais são limitadas, mas a transmissão ao vivo pelo YouTube garantirá amplo acesso ao conteúdo.

Cerca de 16 tartarugas-verdes foram encontradas mortas na Praia de Camboinhas, em Niterói, levantando suspeitas de interação com redes de pesca. O Projeto de Monitoramento de Praias (PMP) registrou um número alarmante de mortes simultâneas, algo inédito em sua atuação.

Al Gore elogia o modelo de financiamento do BNDES para energias renováveis no Brasil, considerando-o um exemplo para outros países. Ele expressa otimismo sobre a COP30 em Belém, apesar dos desafios da exploração de combustíveis fósseis.

Pesquisadores estão usando tubarões mako como sensores móveis para coletar dados marinhos e aprimorar a previsão de furacões no Atlântico, em resposta à redução de recursos da NOAA. Essa abordagem inovadora visa melhorar a coleta de dados essenciais para prever a intensidade e o trajeto das tempestades, garantindo o bem-estar dos animais envolvidos.

Redução de 70% nas queimadas no Brasil, mas Cerrado registra aumento de 12%. O governo implementa medidas de combate a incêndios após crise ambiental em 2024.