São Paulo inaugurou a Floresta Municipal Fazenda Castanheiras, com 250 hectares, parte do projeto São Paulo Capital Verde, visando ampliar áreas protegidas e promover ecoturismo e educação ambiental. A floresta será ampliada para 400 hectares e busca gerar renda sustentável para a comunidade local.

A cidade de São Paulo inaugurou, no dia 6 de junho, sua primeira floresta municipal, a Fazenda Castanheiras. Com uma área inicial de mais de 250 hectares, a floresta será ampliada para quase 400 hectares. A criação da floresta foi estabelecida por meio de um decreto da Prefeitura e faz parte do projeto estratégico São Paulo Capital Verde, que busca aumentar as áreas protegidas para combater a ocupação irregular, as mudanças climáticas e preservar a biodiversidade.
Localizada na Área de Proteção Ambiental Bororé-Colônia, às margens da represa Billings, no distrito do Grajaú, a Fazenda Castanheiras atualmente está aberta apenas para pesquisadores. A previsão é que, após a elaboração do plano de manejo pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, a floresta receba visitantes. O plano contará com a participação da sociedade, visando um uso sustentável da área.
O projeto prevê a criação de trilhas ecológicas, equipamentos para ecoturismo e atividades de educação ambiental. Além disso, busca fomentar a geração de renda para a comunidade local de forma sustentável, com parcerias para desenvolver sistemas de agrofloresta e cultivo de plantas medicinais e alimentícias não convencionais.
Uma floresta municipal é classificada como uma unidade de conservação de uso sustentável, que permite a preservação da fauna e flora locais, além do uso responsável de seus recursos naturais e a realização de pesquisas científicas. O Estado de São Paulo já conta com outras 17 unidades de conservação semelhantes, sendo 15 florestas estaduais e duas florestas nacionais.
A criação da Floresta Municipal Fazenda Castanheiras representa um passo significativo para a conservação ambiental em São Paulo. A iniciativa não apenas contribui para a preservação da biodiversidade, mas também oferece oportunidades para a educação e o ecoturismo, promovendo a conscientização sobre a importância das áreas verdes.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, que pode se unir para garantir a sustentabilidade e o sucesso de projetos voltados à conservação ambiental. A mobilização da comunidade é essencial para fortalecer ações que beneficiem tanto o meio ambiente quanto a população local.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, criticou o Projeto de Lei Geral do Licenciamento Ambiental, alertando para retrocessos e a necessidade de fortalecer o Ibama. A proposta, que tramita há mais de 20 anos, pode gerar uma "guerra da 'licencidade' ambiental".

Uma turista de São Paulo sofreu ferimentos na mão após um ataque de tubarão-lixa em Fernando de Noronha. O ICMBio investiga a alimentação irregular de tubarões na área, prática proibida que ameaça o ecossistema local.

A re.green e a Nestlé uniram forças para restaurar 2 mil hectares da Mata Atlântica, plantando 3,3 milhões de árvores nativas em 30 anos, promovendo sustentabilidade e justiça climática. A iniciativa visa regenerar ecossistemas, proteger recursos hídricos e fortalecer comunidades locais.

Especialistas criticam o projeto de lei do licenciamento ambiental (2.159/2021) por fragilizar regras, permitir autolicenciamento sem estudos e limitar a Avaliação de Impacto Ambiental. Manifestações contra o PL ocorrem em São Paulo.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional participou da Water for Food Global Conference, buscando aprimorar a gestão hídrica no Brasil. A delegação conheceu o modelo de irrigação do aquífero Ogallala, referência em eficiência.

Mudanças climáticas aumentam riscos no Brasil, diz CEO da Swiss Re, Kaspar Mueller. Ele alerta para a baixa penetração de seguros e a falta de políticas públicas eficazes.