A prefeitura do Rio de Janeiro lançou o programa Reviver Centro Patrimônio Pró-Apac, que visa recuperar imóveis degradados com subsídios de R$ 3.212 por metro quadrado. O prefeito Eduardo Paes destacou a importância da iniciativa para revitalizar o Centro Histórico e garantir a segurança do patrimônio e da população.

A prefeitura do Rio de Janeiro lançou o programa Reviver Centro Patrimônio Pró-Apac, com o objetivo de recuperar imóveis degradados no Centro Histórico da cidade. O evento ocorreu no sobrado que abriga a sede do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio (Sinduscon-Rio), localizado na região da Cruz Vermelha. O programa prevê subsídios de R$ 3.212 por metro quadrado para a reforma de prédios, além de desapropriações e leilões destinados à iniciativa privada.
O prefeito Eduardo Paes, que participou da apresentação vestido com um uniforme de gari em homenagem aos 50 anos da Comlurb, destacou a importância de revitalizar o Centro Histórico. Ele afirmou que a prefeitura está disposta a investir os recursos necessários para recuperar imóveis tombados e degradados, enfatizando que a segurança do patrimônio e das pessoas é uma prioridade.
O programa permitirá que imóveis em estado de abandono ou risco de queda sejam identificados, desapropriados e leiloados. As empresas que adquirirem esses imóveis terão a responsabilidade de realizar as reformas, recebendo os subsídios em etapas conforme o progresso das obras. O pagamento será escalonado, com a liberação de 10% após a conclusão do projeto e outros percentuais conforme as etapas de construção forem finalizadas.
Os proprietários de imóveis abandonados não poderão se beneficiar do programa, que visa evitar a premiação da inação. A subsecretária de Regulação e Ambiente de Negócios, Carina Quirino, explicou que a elegibilidade dos imóveis será baseada em critérios técnicos que comprovem o abandono e a falta de cuidado por parte dos proprietários.
O programa não impõe uma destinação específica para os imóveis reformados, permitindo que possam ser utilizados para fins residenciais, comerciais, culturais ou mistos, conforme a legislação urbanística local. A iniciativa foi bem recebida pelo setor da construção civil, que vê como uma oportunidade de revitalizar a área e estimular a indústria.
Iniciativas como essa são fundamentais para a recuperação do patrimônio histórico e cultural da cidade. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar projetos que visem a revitalização e preservação de áreas degradadas, garantindo um futuro mais seguro e vibrante para o Centro Histórico do Rio de Janeiro.

Uma pesquisa revela que 14% dos meninos brasileiros veem influenciadores digitais como referências masculinas, enquanto 46% desejam ajuda para se livrar de vícios em pornografia e games. O estudo, realizado pelo Instituto Papo de Homem, destaca a escassez de modelos positivos e a necessidade de diálogo sobre masculinidade saudável.

A Prefeitura de Niterói propôs à ANTT investimentos para melhorar a infraestrutura da Ponte Rio-Niterói, visando reduzir congestionamentos e assoreamento no Canal de São Lourenço. As sugestões incluem novas faixas de acesso e uma conexão cicloviária, com o objetivo de otimizar o trânsito e a qualidade de vida da população.

Instituto Pacto Contra a Fome e a Secretaria de Desenvolvimento Social de São Paulo firmaram acordo para aprimorar políticas de combate à fome, incluindo a avaliação do Programa Bom Prato. A parceria visa mapear recursos de segurança alimentar e desenvolver soluções para a pobreza no estado, onde 11,8 milhões enfrentam insegurança alimentar.

Kelly Key foi nomeada presidente do Kiala FC, um clube de futebol angolano, destacando-se como uma das poucas mulheres em tal posição na África. Ela celebrou vitórias nas categorias Sub-17 e Sub-19, ressaltando a importância da liderança feminina no esporte.

Cavalo Caramelo, resgatado após enchente em Canoas, agora vive na Ulbra, onde se recupera e se torna símbolo de esperança. A universidade planeja um santuário e atividades acadêmicas para ele.

Um estudo britânico revela que caminhar pelo menos sete mil passos diários reduz em 26% o risco de câncer, destacando a importância do volume de atividade física em vez da intensidade. A pesquisa, que acompanhou mais de 85 mil participantes, sugere que até mesmo atividades leves, como caminhadas casuais, contribuem para a prevenção da doença. A oncologista Ana Paula Garcia Cardoso enfatiza que hábitos simples podem ter um impacto significativo na saúde, combatendo o sedentarismo e a obesidade.