A 3ª edição do Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil será lançada em 23 de maio, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, com a participação de 400 estudantes e uma apresentação musical. O concurso, promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, visa estimular a leitura e a escrita entre jovens, com inscrições abertas até 31 de agosto. A premiação ocorrerá em novembro, com um total de R$ 90 mil distribuídos em prêmios e uma coletânea acessível de poesias.

O Teatro Nacional Cláudio Santoro será o local do lançamento da 3ª edição do Prêmio Candanguinho de Poesia Infantojuvenil, marcado para 23 de maio, às 9h, na Sala Martins Pena. Este concurso literário é destinado ao público jovem e tem como objetivo promover a leitura, a escrita e a expressão artística entre crianças e adolescentes. A cerimônia contará com a presença de aproximadamente 400 estudantes da rede pública de ensino e incluirá uma apresentação musical especial.
A programação do evento será conduzida pela escritora Elise Feitosa, pelo poeta João Doederlein e pela escritora e professora de educação especial Cristina Gulherme. A atração musical ficará a cargo da banda Hey Johnny, liderada por um jovem autista, conhecido por suas performances vibrantes. O Prêmio Candanguinho é uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), em parceria com a Voar Arte para a Infância e Juventude.
As inscrições para o concurso abrirão no dia do lançamento e se estenderão até 31 de agosto. A divulgação dos finalistas está prevista para até 15 de outubro, enquanto a cerimônia de premiação ocorrerá em 7 de novembro, também na Sala Martins Pena. O prêmio contempla três categorias: crianças de seis a doze anos, adolescentes de treze a dezessete anos e crianças e adolescentes com deficiência, abrangendo tanto a rede pública quanto a particular do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do DF (Ride).
Os três primeiros colocados de cada categoria receberão prêmios de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, além de troféus e livros de autores brasilienses. Ao todo, noventa poesias serão selecionadas para uma coletânea que será publicada em formatos variados, incluindo impresso, digital, em Braille e em audiobook narrado por jovens atores, garantindo acessibilidade e democratização da leitura.
A coletânea contará com mil exemplares impressos, que serão distribuídos gratuitamente a bibliotecas públicas, escolares e comunitárias do DF e da Ride, promovendo esses espaços como centros de cultura e formação cidadã. A curadoria do Prêmio Candanguinho ficará a cargo do ilustrador e escritor brasiliense Roger Mello, reconhecido internacionalmente por seu trabalho na literatura infantil.
Iniciativas como o Prêmio Candanguinho são fundamentais para estimular a criatividade e a expressão artística entre os jovens. A mobilização da sociedade civil em apoio a projetos culturais pode fazer uma diferença significativa na formação de novos talentos e na promoção da leitura entre as novas gerações.

A explosão de laudos médicos e a judicialização de demandas por benefícios relacionados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) geram um complexo industrial no Brasil, impactando escolas e famílias. O aumento do diagnóstico, impulsionado por fatores sociais e mudanças nos critérios, levanta preocupações sobre a qualidade dos serviços e a hipermedicalização, enquanto o sistema público de saúde permanece deficiente.

O projeto Viagem Insólita, apoiado pela Secretaria de Ciência e Tecnologia do DF, impactou mais de 50 mil pessoas com uma experiência sensorial inovadora em um ônibus equipado com tecnologia de ponta. O veículo, que oferece realidade virtual em 360° e conteúdo narrado por Jorge Helal, já passou por diversas regiões do Distrito Federal, promovendo educação e entretenimento de forma acessível e lúdica.

Pacientes diabéticos enfrentam confusão sobre Índice Glicêmico e Carga Glicêmica, impactados por informações erradas nas redes sociais. Profissionais de saúde devem usar linguagem acessível para esclarecer esses conceitos. A crescente desinformação nas redes sociais tem gerado confusão entre pacientes diabéticos sobre o Índice Glicêmico (IG) e a Carga Glicêmica (CG). Muitos chegam ao consultório com receios infundados sobre alimentos com alto IG, sem compreender o que isso realmente significa. O IG, criado em mil novecentos e oitenta e um, mede a velocidade de absorção dos carboidratos e seu impacto na glicose sanguínea. Alimentos com IG baixo, como feijão e maçã, promovem uma absorção mais lenta, enquanto os de IG alto, como batata frita e farinha de trigo, causam picos glicêmicos. A CG, por sua vez, considera a qualidade e a quantidade do carboidrato, sendo essencial para um controle alimentar eficaz. Profissionais de saúde têm a responsabilidade ética de comunicar esses conceitos de forma clara e acessível, evitando o uso excessivo de jargões técnicos.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou o curso gratuito Bolsa Futuro Digital, com o objetivo de formar 10 mil programadores em dois anos, priorizando estudantes da rede pública. As inscrições vão até 30 de maio.

A formação docente no Brasil enfrenta desafios críticos, com previsão de um "apagão de professores" até 2040 e alta evasão em cursos de licenciatura, especialmente em Matemática. Especialistas discutem a importância da qualidade na formação para a aprendizagem dos alunos.

O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) abriu inscrições para a especialização em Ensino de Humanidades e Linguagens, com 40 vagas e cotas para grupos prioritários. As inscrições vão até 29 de junho e as aulas começam em agosto.