A Prospera, empresa paulista de energia renovável, adquiriu a SoulPrime e lançou a SoulUP, uma plataforma que transforma compras em pontos ECOA, que podem zerar a conta de luz. A meta é expandir a base de usuários de sessenta mil para quinhentos mil até dezembro.

A Prospera, uma empresa de São Paulo especializada em energia renovável, anunciou a aquisição da startup SoulPrime, resultando na criação da SoulUP. Com um investimento de R$ 10 milhões, a nova plataforma permitirá que usuários acumulem pontos ECOA, que podem ser trocados por descontos na conta de luz. O CEO da Prospera, Marcelo Freitas, destacou que a iniciativa visa transformar a conta de luz em um benefício, ao invés de um peso financeiro.
A SoulUP combina conteúdo, consumo e impacto ambiental, utilizando uma moeda digital própria. Freitas, que tem uma trajetória de mais de 20 anos no setor elétrico, afirmou que a ideia surgiu da necessidade de expandir o modelo de fidelização que a Prospera já oferecia a pequenos varejistas. Antes, os créditos eram limitados ao uso de terminais físicos, mas agora qualquer compra pode gerar pontos ECOA.
O sistema permite que os usuários ganhem pontos ao realizar compras com cartão, assistir a vídeos ou interagir com marcas. Esses pontos podem ser convertidos em selos digitais, que oferecem benefícios práticos, como descontos na conta de energia e compensação de carbono. A plataforma já está integrada com todas as distribuidoras de energia do Brasil, facilitando o uso para qualquer consumidor.
A fusão com a SoulPrime, que já operava como uma rede social de recompensas digitais, foi vista como uma oportunidade para potencializar a tecnologia da Prospera. Fabiano Miranda, fundador da SoulPrime, agora ocupa o cargo de CTO da SoulUP. A expectativa é que a base de usuários cresça de sessenta mil para quinhentos mil até o final do ano, com parcerias em andamento com bancos e grandes indústrias.
O modelo de pontos ECOA é atraente para empresas que buscam implementar ações de responsabilidade social e ambiental. Freitas mencionou que mais de duas mil empresas no Brasil estão comprometidas com práticas sustentáveis e podem se beneficiar ao distribuir pontos ECOA, engajando consumidores e promovendo ações rastreáveis de impacto ambiental.
Com a SoulUP, a Prospera busca democratizar o acesso a benefícios financeiros por meio de consumo consciente. A união de esforços pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a sustentabilidade e a economia verde. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, mostrando que a colaboração pode gerar um impacto positivo significativo.

Tatyane Luncah, fundadora da Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino (Ebem), já formou mais de 10 mil alunas, gerando R$ 1 bilhão em faturamento. A escola planeja novos cursos e expansão física.

O youtuber Felca gerou grande repercussão ao denunciar a exploração infantil nas redes sociais, acumulando mais de 38 milhões de visualizações e resultando em 35 novos projetos de lei na Câmara dos Deputados. A mobilização política em torno do tema cria uma janela de oportunidade para a implementação de políticas públicas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou a Política Nacional Integrada para a Primeira Infância, criando um banco de dados unificado para crianças de 0 a 6 anos, com uma caderneta digital. A iniciativa visa integrar áreas como saúde e educação, permitindo que pais e gestores acessem informações essenciais sobre o desenvolvimento infantil, promovendo respostas mais rápidas e eficazes para combater desigualdades.

O Museu Kuahí dos Povos Indígenas do Oiapoque reabre após doze anos, com reformas e um acervo digitalizado na plataforma Tainacan, promovendo a cultura indígena e atraindo turistas. A iniciativa visa fortalecer a identidade cultural e as relações entre indígenas e visitantes.

Maiara Oliveira da Silva, baleada em operação policial no Complexo da Maré, perdeu o feto e enfrenta sequelas. O podcast "Visão de Dentro" destaca a importância da perícia e da justiça para vítimas de violência.

O World Giving Report 2025 revela que países de menor renda, como a Nigéria, são mais generosos em doações proporcionais, com o Brasil na 48ª posição, destinando 0,93% da renda a causas sociais. A pesquisa destaca a relação entre generosidade e percepção de necessidade, evidenciando que a cultura e a confiança nas organizações sociais influenciam as doações.