Rebeca Bomani, jovem da Vila Cruzeiro, une sua paixão pelo futebol à carreira de modelo, inspirando jovens em vulnerabilidade através de um projeto social que promove inclusão e oportunidades.

Rebeca Bomani, uma jovem da comunidade de Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, sempre teve uma forte ligação com o futebol. Desde os doze anos, ela jogou em times de base, incluindo o Vasco, e participou de competições internacionais. Em 2014, Rebeca foi convidada a integrar um campeonato voltado para crianças em situação de vulnerabilidade. No ano seguinte, teve a oportunidade de atuar como "mascotinha" do Manchester City na Inglaterra, o que ampliou sua visão sobre o esporte.
Com o passar dos anos, Rebeca continuou a se destacar no futebol, conquistando um intercâmbio na Holanda em 2016 e participando de campeonatos beneficentes na Rússia nos anos seguintes. Ela acredita que o futebol vai além de um simples jogo, afirmando que "me ensinou a me sentir livre". Para Rebeca, o esporte foi uma ferramenta de empoderamento e superação em um contexto de desafios.
Em 2022, sua vida tomou um novo rumo quando um olheiro a descobriu em um shopping no Rio de Janeiro, dando início à sua carreira como modelo. "Não era um sonho, até surgir a oportunidade", disse Rebeca, que agora trabalha com marcas renomadas como Adidas e Arezzo, além de participar de editoriais para revistas de moda como Vogue e L'Officiel.
Rebeca também se destaca por seu envolvimento em um projeto social chamado "Favela Street / Street Child", que oferece atividades esportivas e culturais para jovens em situação de vulnerabilidade no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Ela compartilha sua trajetória com outros jovens, incentivando-os a sonhar com um futuro melhor. "Como mulher preta da periferia, venci obstáculos e jamais deixei de acreditar", afirmou.
Com uma carreira em ascensão nas passarelas, Rebeca mantém sua paixão pelo futebol e busca inspirar outros a seguir seus sonhos. "Quando estou na passarela ou fotografando, esqueço todos os problemas", revelou, destacando a importância da moda em sua vida. Sua história é um exemplo de como é possível conciliar diferentes paixões e fazer a diferença na comunidade.
Iniciativas como a de Rebeca são fundamentais para transformar realidades e oferecer novas oportunidades a jovens em situação de vulnerabilidade. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para projetos que visam melhorar a vida de muitos, mostrando que é possível sonhar e realizar.

Durante a cúpula do Brics no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a OTAN e a AIEA, propondo um novo modelo de desenvolvimento e anunciando a Parceria pela Eliminação de Doenças Socialmente Determinadas. Lula destacou que desigualdades sociais impactam a saúde e defendeu investimentos em infraestrutura e educação para combater doenças.

A B3 inicia avaliação de medidas para aumentar a diversidade nas lideranças das empresas listadas, exigindo a eleição de ao menos uma mulher ou um representante de grupo minorizado nos conselhos. A iniciativa, aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários, visa promover maior representatividade de gênero e racial, embora não seja obrigatória. As empresas devem justificar a ausência de ações de diversidade.

Museu Nacional reabre parcialmente após incêndio devastador em 2018, permitindo visitas a três salões recuperados, incluindo o esqueleto de um cachalote. A reabertura total está prevista para 2027-2028.

Lalau e Laurabeatriz celebram trinta anos de parceria com o lançamento dos livros "Abissais" e "Vovôs e Vovós da Floresta", além de uma exposição em São Paulo com ilustrações originais e uma oficina gratuita.

Câmara Legislativa do DF aprova R$ 35 milhões para expandir o programa Jovem Candango, aumentando vagas de dois mil para três mil, beneficiando jovens em vulnerabilidade social.

O Brasil se destaca na pesquisa clínica, ocupando a liderança na América Latina, mas enfrenta desafios como a falta de conhecimento da população e a lentidão regulatória. A SBPPC projeta um crescimento significativo no setor, com a possibilidade de o país alcançar a décima posição global em estudos clínicos, beneficiando milhares de pacientes e movimentando bilhões na economia.