O iFood expande o programa iFood Pedal, prevendo mais de 3 mil bicicletas elétricas até julho de 2025, com a Tembici e a Bliv como parceiras, visando aumentar a eficiência e a sustentabilidade das entregas.

O iFood anunciou a expansão do programa iFood Pedal, que disponibiliza bicicletas elétricas para entregadores. A meta é aumentar a frota de e-bikes de 1.700 para mais de 3 mil até julho de 2025, com a colaboração de dois fornecedores. A Tembici, parceira desde 2020, será responsável por essa ampliação, enquanto a startup Bliv fornecerá 700 novas bicicletas elétricas, expandindo a operação para novas cidades.
Atualmente, o programa opera em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Recife, e incluirá Curitiba e Salvador a partir de julho. O CEO da Tembici, Tomás Martins, destacou que entregadores que utilizam e-bikes têm uma produtividade 53% superior em comparação aos que usam bicicletas convencionais. Além disso, a taxa de retenção no uso de bicicletas elétricas é de 50%, em contraste com 30% no modelo tradicional compartilhado.
O programa "Bike Pra Você" oferece planos semanais com bicicletas elétricas, incluindo manutenção e suporte, e atualmente atende 1.150 entregadores, com previsão de alcançar 3.000 usuários. A Bliv, que já atua em João Pessoa e Guarulhos, agora se expande para o ABC Paulista e Barueri, oferecendo um modelo de aluguel mensal que abrange manutenção e suporte técnico.
Victor Moraes, CEO da Bliv, afirmou que a empresa está na interseção entre mobilidade, sustentabilidade e tecnologia. Pedro Somma, diretor de Crescimento de Impacto e Inovação do iFood, ressaltou que a expansão do programa visa "valorizar o entregador" e proporcionar "oportunidades reais de desenvolvimento" aos profissionais do setor.
As novas cidades também contarão com bicicletas mecânicas convencionais, disponíveis em estações para retirada e devolução. Essa iniciativa não apenas melhora a eficiência das entregas, mas também contribui para a descarbonização do delivery, alinhando-se às metas de sustentabilidade da empresa.
Iniciativas como essa merecem apoio da sociedade civil, pois podem transformar a vida de muitos entregadores, proporcionando melhores condições de trabalho e incentivando a mobilidade sustentável. A união em torno de projetos que valorizem a entrega sustentável pode fazer a diferença na vida de profissionais que dependem desse serviço.

Famílias lançam o Movimento Desconecta, propondo adiar a entrega de smartphones até os 14 anos e o acesso às redes sociais até os 16, visando proteger a saúde mental de crianças e adolescentes. A iniciativa busca unir pais em um compromisso coletivo, fundamentada em pesquisas que alertam sobre os riscos do uso precoce dessas tecnologias.

Na última quarta-feira, a primeira dose do Zolgensma, medicamento mais caro do mundo, foi administrada a um bebê em Brasília pelo Sistema Único de Saúde (SUS), marcando um avanço no tratamento da Atrofia Muscular Espinhal (AME). A inclusão do remédio, que custa R$ 7 milhões, representa uma esperança renovada para famílias afetadas pela doença.

O seminário 'Protocolo pela Vida' foi realizado pelo MPDFT para discutir a violência no trânsito no Distrito Federal, que registrou 191 mortes em 2024. O evento visa promover a prevenção e o acolhimento às vítimas.

O Instituto Federal do Paraná (IFPR) abriu inscrições para um curso gratuito de pós-graduação em Gestão na Educação Profissional e Tecnológica, com 175 vagas, sendo 98 para ações afirmativas. As aulas começam em maio e o curso tem duração de 18 meses. As inscrições vão até 27 de abril e são destinadas a graduados de diversas áreas, priorizando grupos em situação de vulnerabilidade. Para se inscrever, é necessário ter diploma reconhecido pelo MEC e habilidades em tecnologia.

Pesquisas recentes sugerem que o café pode proteger o cérebro contra a doença de Parkinson, que afeta mais de 200 mil brasileiros, apresentando sintomas como perda do olfato e rigidez muscular. O diagnóstico precoce é crucial para um tratamento eficaz.

A FAPESP impulsionou a produtividade agrícola de São Paulo em 67,6% entre 1974 e 2020, além de fomentar startups agritechs e melhorar a taxa de sobrevivência de crianças com leucemia. Pesquisas revelam seu impacto em políticas públicas.