O Refettorio Gastromotiva participa da 15ª edição do Rio Gastronomia, oferecendo pratos como baião de bollywood e bolo de aipim, com a renda revertida para a ONG, que já serviu mais de três milhões de refeições. A iniciativa, criada por David Hertz, promove inclusão social e combate à fome, transformando excedentes alimentares em refeições nutritivas.

O Refettorio Gastromotiva, um projeto fundado em 2016 por David Hertz, Massimo Bottura e Alexandra Forbes, está presente na 15ª edição do Rio Gastronomia, que ocorre no Jockey Club Brasileiro, na Gávea. O estande oferece pratos como baião de bollywood e bolo de aipim, com toda a renda revertida para a ONG, que já serviu mais de três milhões de refeições a pessoas em situação de vulnerabilidade.
O cardápio inclui o baião de bollywood, um prato vegetariano que combina arroz de especiarias, grão-de-bico e cogumelos refogados na cúrcuma, por R$ 45,00, e o bolo de aipim em calda de caramelo com cardamomo, por R$ 25,00. O evento, que vai até 31 de agosto, ocorre de quinta a domingo, e a renda obtida será integralmente destinada à ONG.
Rodrigo Sardinha, chef do Refettorio Gastromotiva, destaca a importância do aproveitamento integral dos ingredientes. Ele explica que muitos não sabem que a casca de frutas e legumes contém a maioria dos nutrientes. Sardinha menciona a criação de receitas que utilizam partes normalmente descartadas, como uma geleia de maracujá feita com toda a fruta e uma maionese de banana que inclui a casca.
O Refettorio, localizado na Rua da Lapa 108, funciona como um restaurante-escola. Durante o dia, atende ao público em geral, e a renda do almoço é revertida para jantares solidários e cursos de formação profissional gratuitos. À noite, o espaço serve refeições a pessoas em situação de vulnerabilidade, preparadas por alunos e ex-alunos da Gastromotiva.
A ONG, que já implantou mais de 130 cozinhas solidárias no Brasil e no México, tem como foco a capacitação profissional de jovens de baixa renda. Ezequias Inácio, coordenador de Núcleos Brasil da Gastromotiva, ressalta que os principais objetivos são a formação profissional e o combate à fome, sempre com consciência ambiental e aproveitamento integral dos alimentos.
Com a realização do Rio Gastronomia, a união da sociedade civil pode ser um motor de transformação social. Projetos como o Refettorio Gastromotiva merecem apoio para continuar a impactar positivamente a vida de muitos. A colaboração pode fazer a diferença na luta contra a fome e na capacitação de jovens em situação de vulnerabilidade.

Servidor do ICMBio é responsabilizado pela demolição do terreiro de jarê em Lençóis (BA), mas líderes locais consideram a punição insuficiente e denunciam racismo religioso. O terreiro foi reconstruído e reinaugurado em maio.

Instituto No Setor, fundado em Brasília em 2018, se formaliza e expande suas ações sociais com novos voluntários, promovendo acolhimento e dignidade à população em situação de rua. A iniciativa busca integrar e transformar vidas na capital.

O Sesc expandiu a frota do OdontoSesc com a adição de 17 novos veículos, totalizando 78 unidades até 2026, visando melhorar o acesso a serviços odontológicos gratuitos em áreas remotas. As novas unidades, incluindo caminhões adaptados e vans compactas, oferecem infraestrutura moderna e conforto, atendendo especialmente comunidades rurais e ribeirinhas. A primeira unidade do novo modelo foi entregue no Acre, enquanto a primeira van começará a operar no Espírito Santo ainda este mês.

O governo do Distrito Federal inaugurou um hotel social com 200 vagas, oferecendo pernoite, refeições e cuidados para animais de estimação, acolhendo mais de 130 pessoas no primeiro dia. A iniciativa visa proporcionar dignidade e oportunidades de recomeço a quem vive nas ruas, com triagem e kits de higiene no acolhimento.

O Ministério do Trabalho, sob Luiz Marinho, aumentou convênios com ONGs de R$ 25 milhões para R$ 132 milhões em 2023, com investigações por fraudes em entidades como Unisol e Instituto Brasil Digital.

O Projeto de Lei 2691/2021, que propõe aposentadoria por idade às mulheres com filhos, permanece estagnado no Congresso, evidenciando a resistência a avanços nos direitos femininos. A ONG Elas no Poder destaca a sobrecarga do trabalho reprodutivo, que impacta a saúde mental e a representatividade feminina na política.