O Projeto Residência Artística Ruth de Souza oferece dez bolsas de R$ 1 mil para mulheres que foram empregadas domésticas, promovendo oficinas de teatro entre 29 de setembro e 5 de outubro de 2025. As inscrições vão até 31 de agosto de 2025.

O Projeto Residência Artística Ruth de Souza, que homenageia a primeira atriz negra a se apresentar no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, está com inscrições abertas para mulheres que atuaram como empregadas domésticas. A iniciativa oferece dez bolsas de R$ 1 mil cada, visando valorizar o trabalho dessas mulheres e proporcionar uma imersão artística. As oficinas de teatro ocorrerão no Teatro Oficina Perdiz, de 29 de setembro a 5 de outubro de 2025, com atividades programadas de segunda a sexta-feira, das 18h30 às 21h30, e aos finais de semana, às 15h.
A idealizadora do projeto, Naiara Lira, enfatiza a importância da arte na vida das pessoas. “Dar essa oportunidade a elas é fundamental. São trabalhadoras que sempre cuidaram dos outros, e agora terão a chance de se ver em um palco, sendo aplaudidas”, afirma. O projeto é financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e busca promover a inclusão e a valorização de mulheres que muitas vezes são invisibilizadas na sociedade.
As interessadas devem realizar a inscrição até 31 de agosto de 2025, acessando o perfil @festlira no Instagram, onde o link para a inscrição está disponível na bio. A iniciativa não apenas oferece uma oportunidade de aprendizado e expressão artística, mas também busca reconhecer e valorizar a trajetória dessas mulheres, que desempenham um papel fundamental na sociedade.
O projeto é uma forma de resgatar a história e a contribuição de Ruth de Souza, que, além de ser uma pioneira no teatro, também foi a primeira brasileira indicada a um prêmio internacional de cinema. A residência artística representa um espaço de reflexão e criação, onde as participantes poderão explorar suas histórias e vivências através da arte.
Além das oficinas, o evento culminará em uma apresentação final, onde as participantes poderão mostrar o que aprenderam e vivenciaram durante a residência. A idealizadora destaca que a celebração contará com um banquete, reconhecendo o esforço e a dedicação das participantes ao longo do projeto.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois promovem a inclusão e a valorização de grupos historicamente marginalizados. A união em torno de projetos culturais pode fazer a diferença na vida de muitas mulheres, proporcionando oportunidades que transformam realidades e inspiram novas gerações.

A Virada Cultural de São Paulo destaca o teatro com uma programação intensa e gratuita no Sesc, abordando temas como empatia e crises sociais. O evento promove a democratização cultural e a troca entre artistas e público.

A Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga se apresentou no festival NOS Alive em Lisboa, destacando a união em tempos de restrições à imigração. Moana Martins, diretora executiva, enfatizou a recepção calorosa e a importância cultural do evento. A orquestra, composta por jovens de comunidades vulneráveis, apresentou um repertório com clássicos brasileiros, simbolizando a superação de barreiras e o poder da música.

Uma pesquisa da startup to.gather revela que, apesar de setenta vírgula dois por cento das empresas brasileiras terem estratégias de diversidade e inclusão, apenas quarenta e quatro vírgula cinco por cento estabelecem metas de desempenho. A população trans enfrenta barreiras significativas, ocupando apenas zero vírgula seis por cento dos cargos de liderança.

Um jovem em medida socioeducativa na Fundação Casa, em Irapuru (SP), lançou o livro "O Menino Sonhador", refletindo sua transformação pessoal por meio da escrita. A obra, que mistura ficção e experiências reais, destaca a jornada de autoconhecimento do protagonista, Carlos, em um mundo de aventuras e emoções. A presidente da fundação, Claudia Carletto, ressalta o potencial transformador da socioeducação.

No dia 30, será inaugurado o Museu de Vassouras, com a presença do ministro Luís Roberto Barroso, destacando a história do Ciclo do Café e a figura de Marianna Crioula, líder de uma revolta pela liberdade.

Nova Lima, em Minas Gerais, é a única cidade mineira entre as 20 melhores do Brasil em qualidade de vida, ocupando a 9ª posição no Índice de Progresso Social com 69,91 pontos. O município se destaca por suas políticas públicas eficazes em saúde, educação e inclusão social, refletindo um compromisso com o desenvolvimento sustentável e a melhoria do bem-estar local.