Os portões de ferro e madeira do Museu da República passarão por restauração, iniciando nesta semana, como parte do projeto RevivaRio, em parceria com a Equinor e o Instituto Carioca Cidade Criativa. O restauro visa preservar as características originais e repondo elementos ornamentais, utilizando técnicas da época. A fechadura da porta de ferro, datada de mil oitocentos e sessenta e quatro, é um detalhe notável. O museu continuará aberto, com acesso pelo jardim.

Os portões de ferro e madeira da entrada principal do Museu da República, situado na Rua do Catete, passarão por um processo de restauração. Esta iniciativa faz parte do projeto RevivaRio, que conta com a colaboração da Equinor, uma empresa global de energia com sede no Rio de Janeiro, e do Instituto Carioca Cidade Criativa, responsável pelas intervenções, utilizando recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
O objetivo da restauração é recuperar as peças, mantendo suas características originais. Isso inclui a reposição de elementos ornamentais que estão faltando. Para garantir a autenticidade do trabalho, serão empregados os mesmos materiais e técnicas construtivas utilizados na época em que os portões foram criados.
Um detalhe interessante a ser destacado é a fechadura da porta de ferro, que possui uma inscrição datada de mil oitocentos e sessenta e quatro, um vestígio que remete ao passado do museu. As obras têm início nesta semana, e o museu continuará a funcionar normalmente, com acesso pelo jardim.
A restauração dos portões é uma ação significativa para a preservação do patrimônio cultural da cidade. O Museu da República é um espaço que atrai visitantes interessados em sua rica história e arquitetura, e a manutenção de suas características originais é fundamental para a valorização desse patrimônio.
Além de preservar a história, iniciativas como essa também podem inspirar a sociedade a se mobilizar em prol de projetos culturais e sociais. A união da comunidade pode ser um fator decisivo para a continuidade de ações que visam a valorização do patrimônio e a promoção da cultura local.
Portanto, é essencial que a sociedade civil se engaje em apoiar projetos que promovam a cultura e a preservação do patrimônio. A participação ativa da comunidade pode fazer a diferença na manutenção e valorização de espaços como o Museu da República, garantindo que futuras gerações também possam desfrutar de sua rica história.

Entre 10 e 15 de setembro de 2025, o Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro recebe a Mostra de Cinemas Africanos, exibindo 15 longas e 5 curtas de 11 países africanos. O evento contará com a presença de cineastas renomados e integra a Temporada França-Brasil, promovendo a diversidade cultural do continente.

Ney Matogrosso e Sandra Sá homenagearão Cazuza em show no Circo Voador, no dia 11 de julho, com a banda Os Cajueiros. Parte da renda será destinada à Sociedade Viva Cazuza. Ingressos a partir de R$ 80.

Alvaro Henrique lança o álbum "Brasiliense", reunindo composições inéditas que refletem a diversidade musical de Brasília, buscando consolidar sua identidade artística.

Zezé Motta estreia a peça "Vou fazer de mim um mundo" no Centro Cultural Banco do Brasil, adaptando a obra de Maya Angelou. A produção, que aborda a luta contra o racismo, terá sessões até 5 de outubro e acessibilidade em Libras.

Em 2026, o Passeio Público, jardim histórico no Centro, será revitalizado pela Secretaria de Conservação, com foco na recuperação de monumentos e paisagismo, ressaltando sua importância cultural.

O Memorial dos Povos Indígenas apresenta a exposição "Território da Diversidade", com entrada gratuita até o fim do ano, destacando a cultura e desafios de diversos povos indígenas. A mostra, em parceria com a Aldeia Multiétnica, reúne objetos e relatos dos Krahô, Mebengokre, Fulni-ô, entre outros, promovendo reflexão sobre a história e a luta por direitos dos indígenas no Brasil.