Praça dos Ex-Combatentes em São Gonçalo é revitalizada pelo LAB Cidades Criativas, com palco acessível e murais, reforçando a cultura hip-hop local e promovendo arte urbana.

A Praça dos Ex-Combatentes, localizada no bairro do Patronato em São Gonçalo, é um ponto de referência para a cultura hip-hop, especialmente conhecida por suas batalhas de rima freestyle. Recentemente, a praça passou por uma revitalização significativa através do projeto LAB Cidades Criativas, que trouxe novas cores e melhorias estruturais ao local. O projeto incluiu a instalação de um palco acessível, além de murais e uma obra interativa, ampliando a importância cultural da praça.
A roda cultural de rap, que acontece nas noites de quarta-feira, já revelou talentos que se tornaram ícones do rap brasileiro, como Xamã, Orochi e Pelé Mil Flows. A revitalização visa não apenas embelezar o espaço, mas também fortalecer a cena cultural local, proporcionando um ambiente mais acolhedor para artistas e o público. O palco acessível foi pintado pela artista e muralista Leda Daguimar, enquanto o mural foi criado pelo artista RAF.
Além disso, a obra interativa do artista cearense Narcélio Grud foi projetada para entreter as crianças, promovendo a interação e o lazer em um espaço que já é um reduto da cultura hip-hop. O LAB Cidades Criativas já havia atuado em outras áreas, revitalizando praças em diferentes localidades, como o Mirante do Pedrão e a Praça Tia Carmem do Xibuca, no Rio de Janeiro, e praças em Duque de Caxias.
Na primeira edição do projeto, em dois mil e vinte e dois, foram realizadas intervenções urbanas em praças de até seiscentos metros quadrados em várias cidades, incluindo Macaé e Paraty. Essas ações consistiram em pinturas, instalações e novos mobiliários, com o objetivo de reconectar a população com os espaços públicos que contam as histórias das cidades.
Paulo Feitosa, diretor da iniciativa cultural, destacou a importância da revitalização da Praça dos Ex-Combatentes, afirmando que o projeto busca fortalecer a arte urbana e a cultura hip-hop, que têm no grafite uma de suas marcas registradas. A revitalização é um passo importante para manter viva a tradição cultural da região e incentivar novos talentos.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois ajudam a preservar e promover a cultura local. A união da comunidade pode fazer a diferença na continuidade de projetos que valorizam a arte e a cultura, transformando espaços públicos em locais de convivência e expressão artística.

O Circo Vitória inicia oficinas gratuitas de arte circense em São Sebastião, com aulas para todas as idades, a partir de 23 de julho. O projeto, apoiado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, visa promover a inclusão cultural.

A 15ª edição do "Dia dos Povos Indígenas" acontece no Parque Lage, de 18 a 21 de abril, com programação gratuita. O evento reunirá cerca de 400 indígenas de mais de 30 etnias, oferecendo exposições de artesanato, danças, palestras e oficinas. A presidente da Associação Indígena Aldeia Maracanã, Marize Guarani, destaca a importância da celebração para reconhecer a diversidade cultural e a resistência dos povos originários. A programação inclui atividades para todas as idades, como narração de histórias e rodas de conversa sobre os desafios atuais enfrentados pelos indígenas.

O projeto Cinema Inflável traz sessões gratuitas de filmes ao ar livre ao Distrito Federal, com exibições em Ceilândia e Vila Telebrasília de 7 a 18 de maio. A iniciativa, promovida pela produtora D+3 e apoiada pelo Governo do Distrito Federal, inclui atividades culturais e distribuição de pipoca, atraindo até 800 pessoas por sessão.

Museu do Índio celebra abril indígena com atividades culturais, incluindo apresentações do povo Fulni-ô e exibições de documentários, culminando no Dia Nacional dos Povos Indígenas.

A exposição "Superfine: Tailoring Black Style" no Met Costume Institute revela a evolução do dandyismo negro, destacando sua transformação de símbolo de escravidão a expressão de identidade e resistência. A mostra, que abre ao público em dez de maio, explora mais de três séculos de representações artísticas, evidenciando a complexidade da moda e da cultura negra na arte europeia.

BNDES destina R$ 50 milhões para a recuperação do Museu Nacional, que reabrirá parcialmente em junho de 2024 e totalmente entre 2027 e 2028, após incêndio devastador em 2018.