Rio de Janeiro permanece em alerta 2 por chuvas intensas, enquanto Duque de Caxias enfrenta alerta máximo. Defesa Civil registrou 44 chamados sem vítimas. Risco de deslizamentos é alto.
A cidade do Rio de Janeiro, conforme informações do Centro de Operações da Prefeitura, continua em estágio 2 de alerta neste sábado, 5 de abril, devido a chuvas intensas registradas durante a madrugada e a previsão de mais precipitações nas próximas horas. Este estágio indica riscos de ocorrências de alto impacto. Embora tenham ocorrido alagamentos e quedas de árvores, não há relatos de feridos. Os maiores acumulados de chuva nas últimas 24 horas foram na Tijuca/Muda, com 184,2 milímetros.
Na região do Alto da Boa Vista, a chuva acumulou 144,2 milímetros, levando a Defesa Civil a alertar os moradores sobre o risco de deslizamentos. Em Anchieta, foram registrados 135,2 milímetros, enquanto Tijuca e Grajaú somaram 124 milímetros. No início da manhã, a Defesa Civil acionou dez sirenes do Sistema de Alerta e Alarme nas comunidades da Formiga, Andaraí e Borel, na Grande Tijuca, e reativou as sirenes no Andaraí e no Borel às 11h, devido ao risco de deslizamentos.
Nos últimos dias, a Defesa Civil atendeu a 44 chamados relacionados a quedas de árvores, alagamentos, deslizamentos e desabamentos, todos sem vítimas. No Morro do Andaraí, uma escadaria de acesso às casas desmoronou, e em Anchieta, uma casa caiu, resultando na interdição de imóveis vizinhos. Além disso, um aviso de ressaca emitido pela Marinha do Brasil está em vigor até a manhã deste domingo, levando ao fechamento preventivo da ciclovia Tim Maia.
Enquanto isso, a cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, entrou em alerta máximo (nível 5) devido às chuvas e ao risco de deslizamentos. A prefeitura local utilizou as redes sociais para solicitar à população que evite deslocamentos desnecessários. A previsão é de mais pancadas de chuva moderadas a fortes nas próximas horas, e a Defesa Civil está monitorando a situação, podendo emitir novos avisos a qualquer momento.
As condições climáticas adversas têm gerado preocupação nas comunidades afetadas, que enfrentam desafios significativos. A mobilização da sociedade civil é fundamental para apoiar as vítimas e as áreas impactadas. A união da população pode fazer a diferença na recuperação e na construção de um futuro mais seguro para todos.
Vítimas do acidente podem precisar de ajuda na recuperação desse incidente, e iniciativas comunitárias podem ser essenciais para garantir que todos tenham acesso a recursos e apoio necessário. A solidariedade pode transformar a realidade de quem mais precisa neste momento crítico.

Cavalo é arrastado por enchente em Angra dos Reis, que enfrenta situação de emergência com 346 desalojados. Prefeitura arrecada donativos para as vítimas das fortes chuvas.

Governo federal declara estado de emergência em Petrópolis devido a chuvas intensas, resultando em 523 desalojados e 48 desabrigados. A cidade enfrenta sérios riscos de deslizamentos.

- Incêndio em fábrica de fantasias em Ramos causou pânico entre trabalhadores. - Wesley da Cruz, 27, escapou pela janela após ficar preso no quarto andar. - Sua mãe, Carla, viu o pedido de socorro ao vivo e ficou em desespero. - Wesley dormia na fábrica devido à distância de sua casa em Nova Iguaçu. - O jovem está em recuperação, mas seu psicológico está muito abalado.

Ministério da Integração reconhece emergência em Tucuruí, Pará, devido a chuvas intensas, permitindo acesso a recursos federais para assistência humanitária e ações de defesa civil.

Moradores do Parque Mambucaba, em Angra dos Reis, enfrentam alagamentos e falta de alimentos após fortes chuvas. Prefeitura declara emergência e comunidade se mobiliza para ajudar.

Após fortes chuvas em Petrópolis, o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, visitou a cidade para articular ajuda humanitária e restabelecimento. A Defesa Civil Nacional mobilizou recursos para atender as comunidades afetadas, com foco em ações imediatas e apoio técnico.