Sabrina Sato compartilhou suas experiências com duas perdas gestacionais, abordando o tabu do aborto espontâneo. Com o apoio do especialista Rodrigo Rosa, discutiu causas e tratamentos, destacando a Fertilização In Vitro como uma opção eficaz.

Sabrina Sato compartilhou recentemente sua experiência com duas perdas gestacionais ocorridas no ano passado, buscando desmistificar o aborto espontâneo, um tema ainda cercado de tabus. A perda gestacional é mais comum do que se imagina, afetando uma em cada cinco mulheres grávidas. O impacto emocional dessa situação é profundo e frequentemente subestimado, conforme destaca o especialista em reprodução humana, Rodrigo Rosa.
O primeiro trimestre da gestação é o período de maior risco, mas o aborto pode ocorrer em qualquer fase. Segundo Rosa, existem diferentes tipos de aborto, como o retido, inevitável, incompleto e completo. O aborto de repetição é definido quando uma mulher sofre três perdas gestacionais consecutivas, gerando apreensão e incerteza durante a gestação.
Compreender as causas do aborto de repetição é fundamental. As principais causas incluem fatores genéticos, anatômicos, trombofílicos e endócrinos. Alterações genéticas podem resultar em aborto espontâneo, sendo mais comuns em mulheres com 40 anos ou mais. Anomalias no útero, como útero bicorno e miomas, também são fatores de risco, assim como doenças que aumentam a formação de coágulos sanguíneos.
Distúrbios endócrinos, como diabetes gestacional, podem elevar as taxas de aborto espontâneo e complicações perinatais. Rosa enfatiza que, após um aborto de repetição, o primeiro passo é procurar um especialista em reprodução humana para um diagnóstico preciso. O tratamento pode incluir a Fertilização In Vitro (FIV), que permite a seleção de embriões geneticamente saudáveis.
As boas notícias são que mulheres que enfrentaram abortos de repetição têm até setenta por cento de chance de engravidar e ter uma gestação saudável, desde que recebam acompanhamento especializado. O suporte emocional e médico é essencial para enfrentar essa jornada desafiadora.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, proporcionando apoio a mulheres que enfrentam perdas gestacionais. Projetos que visam ajudar essas mulheres a superar suas dificuldades devem ser incentivados, promovendo um ambiente de acolhimento e compreensão.

As doenças inflamatórias intestinais (DIIs) estão em ascensão no Brasil, com um aumento de 61% nas internações na última década. A Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) alerta para a necessidade de diagnóstico precoce e tratamento adequado.

O Brasil enfrenta um aumento alarmante de casos de síndrome respiratória aguda grave, levando a estados e municípios a declararem emergência em saúde pública. O pneumologista Carlos Carvalho alerta para a vulnerabilidade de crianças, idosos e pessoas com comorbidades, destacando a importância da vacinação e medidas preventivas, como uso de máscaras e higiene das mãos, para conter a propagação das viroses respiratórias.

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) participou da abertura do 29º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes, abordando o crescimento alarmante do diabetes no Brasil. O evento, que ocorreu em 25 de julho, contou com a presença de mais de 40 instituições de saúde e destacou a projeção de que o número de brasileiros com diabetes tipo 2 pode saltar de 16 milhões para 24 milhões até 2050.

Mauricio Silveira, ator de 48 anos, está em coma induzido após complicações em cirurgia para remoção de tumor no intestino. A família agradece o apoio e atualiza sobre seu estado de saúde.

Unidades Básicas de Saúde do sistema prisional do Distrito Federal implementam protocolo de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) ao HIV, com apoio de diversas instituições, visando melhorar a saúde dos detentos.

Estudos revelam que o risco de infarto aumenta em 13% na segunda-feira, com internações por infarto no Brasil crescendo mais de 25% entre 2019 e 2022, destacando o impacto do estresse no retorno ao trabalho.