O samba do Cardosão, tradição de Laranjeiras, é agora patrimônio cultural imaterial do Rio, conforme lei promulgada pelo vereador Flávio Valle, destacando sua importância histórica e social.

O samba do Cardosão, uma importante manifestação cultural que há décadas anima o bairro de Laranjeiras, foi oficialmente reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Rio de Janeiro. A lei que formaliza essa declaração foi promulgada e publicada no Diário Oficial no dia 2 de julho de 2025. O vereador Flávio Valle (PSD), autor da proposta, destacou a relevância histórica, social e afetiva dessa celebração para a cidade.
Com essa nova classificação, o samba do Cardosão passa a integrar a lista de espaços protegidos que preservam a memória afetiva e artística do Rio. O vereador Flávio Valle expressou sua alegria com a conquista, ressaltando que essa celebração faz parte de sua própria história. Ele compartilhou sua experiência como músico amador no samba, enfatizando que o evento é muito mais do que uma simples roda de samba; é uma verdadeira celebração da alma carioca.
O reconhecimento do samba do Cardosão como patrimônio cultural imaterial é um passo significativo para a valorização das tradições locais. Essa manifestação cultural não apenas promove a música e a dança, mas também fortalece os laços comunitários e a identidade cultural dos moradores de Laranjeiras. A lei representa um compromisso com a preservação e promoção da cultura carioca.
O vereador Flávio Valle destacou a importância da resistência e da alegria do povo que mantém viva essa tradição. Ele afirmou que o samba do Cardosão é um espaço de encontro e afeto, onde a cultura pulsa e se renova a cada apresentação. Essa conquista é um reconhecimento do esforço coletivo da comunidade em preservar suas raízes culturais.
Além de celebrar a cultura, o samba do Cardosão também pode servir como um catalisador para iniciativas sociais e culturais. O reconhecimento oficial pode abrir portas para novos projetos que visem fortalecer ainda mais essa tradição, promovendo eventos e atividades que envolvam a comunidade e atraiam visitantes.
Nessa perspectiva, a união da sociedade civil pode ser fundamental para impulsionar projetos que valorizem e sustentem essa rica tradição cultural. A mobilização em torno do samba do Cardosão pode inspirar ações que garantam a continuidade e o fortalecimento dessa manifestação, promovendo a cultura carioca e beneficiando a comunidade local.
A Caravana da Sudeco, promovida pela Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste, ocorreu em Poconé, oferecendo suporte a pequenos e médios empresários sobre acesso ao crédito e desenvolvimento econômico. O evento destacou o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste e o Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste, com palestras e atendimentos personalizados, visando democratizar o crédito e fortalecer a economia local. A próxima edição será em Cáceres, no dia 28 de junho.

Gavião Peixoto (SP) é a cidade com a melhor qualidade de vida do Brasil em 2025, com nota de 73,26 no Índice de Progresso Social Brasil, que revela desafios persistentes no Norte e Nordeste.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) conduziu a terceira reunião do Grupo de Trabalho Interministerial do Programa Amazônia Azul, definindo planejamento e critérios de priorização. O programa visa inclusão social e conservação marinha, com foco em comunidades vulneráveis. A próxima reunião ocorrerá em 13 de agosto, onde será apresentada a minuta da resolução que formaliza a iniciativa.

No dia 7, o Cristo Redentor será iluminado de lilás em um ato simbólico contra a violência de gênero, parte da campanha Agosto Lilás, promovida pela Secretaria de Estado da Mulher e parceiros. O Brasil enfrenta uma média de quatro feminicídios diários, com maior incidência entre mulheres negras.

O Instituto Pretos Novos lançará o circuito “Mercado a Mercado” em 26 de julho, conectando os mercados de escravizados da Rua Direita e do Valongo, promovendo uma reflexão sobre a história da escravidão no Rio de Janeiro.

Renata Capucci, jornalista de 52 anos, compartilha sua jornada com Parkinson no programa Sem Censura, buscando desmistificar a doença e incentivar o tratamento e a prática de exercícios físicos. Ela relembra o impacto inicial do diagnóstico e destaca a importância de quebrar preconceitos, transformando sua experiência em um recomeço.