A prefeitura de São Paulo realizará em agosto um leilão de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepac), prevendo arrecadar R$ 2,8 bilhões para novos empreendimentos e melhorias na infraestrutura da região do Largo da Batata.

A prefeitura de São Paulo programou um leilão de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepac) para agosto, com a expectativa de arrecadar R$ 2,8 bilhões. O leilão visa permitir novas construções na Avenida Faria Lima e áreas adjacentes, como o Largo da Batata, que atualmente abriga imóveis de poucos andares. Com a venda dos Cepacs, a gestão municipal permitirá a construção de prédios até 4,8 vezes a área do terreno, em comparação com uma vez a área do lote sem os certificados.
Os recursos obtidos com a venda dos Cepacs serão utilizados para obras de infraestrutura e habitação social. Parte do montante arrecadado deve ser destinada à construção de moradias de interesse social, enquanto o restante será aplicado em melhorias nos bairros, como alargamento de ruas, ciclovias, reforma de calçadas e criação de praças. Na Faria Lima, os recursos têm sido utilizados em projetos como a ciclopassarela que liga o Butantã a Pinheiros e a revitalização da Avenida Santo Amaro.
A região do Largo da Batata é considerada a área de maior interesse para o mercado, com muitas casas e comércios que já foram adquiridos por incorporadoras. A demanda por novos empreendimentos, tanto residenciais quanto comerciais, é alta, especialmente devido à saturação do “miolo” da Faria Lima. A proximidade de estações de metrô da Linha 4 (Amarela) também é um fator atrativo para os investidores.
Além das construções, a arrecadação do leilão permitirá intervenções significativas na infraestrutura da cidade. Um dos projetos em destaque é a construção de uma ciclopassarela sobre o Rio Pinheiros, conectando a favela do Panorama à estação Berrini da Linha 9 (Esmeralda). Também está prevista a extensão da Avenida Faria Lima até a Praça Roger Patti, que exigirá a desapropriação de pelo menos 70 imóveis.
O leilão está previsto para ocorrer na primeira quinzena de agosto, aguardando a aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A expectativa é que cerca de 160 mil títulos sejam leiloados, com um preço mínimo de R$ 17,6 mil por Cepac. Consultores do setor expressam preocupações sobre o valor elevado dos certificados e a possibilidade de que a competição eleve ainda mais os preços.
Essas iniciativas têm o potencial de transformar a região e beneficiar a infraestrutura urbana. Projetos como esses devem ser apoiados pela sociedade civil, que pode se unir para ajudar a viabilizar melhorias significativas nas comunidades afetadas. A mobilização social pode ser um caminho importante para garantir que as necessidades das populações vulneráveis sejam atendidas.

O evento “Saúde em Movimento” promoveu a prevenção de acidentes e doenças não transmissíveis em Brasília, reunindo autoridades e especialistas para discutir estratégias de saúde pública. A ação, realizada em parceria com a Secretaria de Saúde, Escola de Saúde Pública e Departamento de Trânsito, incluiu atividades educativas e um seminário sobre vigilância epidemiológica, visando reduzir mortes e promover saúde.

A comunidade quilombola de Piratuba, em Abaetetuba, recebeu a expedição "Rios de Saúde", que atendeu mais de 200 moradores e inaugurou o primeiro posto de saúde local, melhorando o acesso a cuidados médicos essenciais.

O mercado de beleza e bem-estar no Brasil é impulsionado por mulheres empreendedoras, com Flávia Del Valle liderando uma nova abordagem educacional para médicos, integrando gestão e comunicação.

Estudo com 805 brasileiros de 50 anos revela que a perda auditiva acelera o declínio cognitivo, destacando a urgência de diagnósticos precoces para prevenir demências, como Alzheimer. A pesquisa, liderada por Claudia Suemoto da FM-USP, enfatiza a saúde auditiva como fator de risco modificável.

Curso do programa Filhos deste Solo, da Emater-DF, capacita 65 filhos de agricultores no IFB, focando em gestão rural e planos de negócios, com suporte de 60 dias para estruturar empreendimentos.

Celesty Suruí, primeira barista indígena do Brasil, serviu café ao presidente Lula. Sua trajetória destaca a importância do café cultivado por povos originários na Amazônia. Celesty, que se tornou barista para representar seu povo, utiliza sua visibilidade para contar a história dos cafeicultores indígenas e valorizar sua cultura. Recentemente, ela serviu café da linha Tribos, da Três Corações, em um evento marcante em Brasília.