O Senado aprovou a permanência dos incentivos fiscais para doações a projetos esportivos, aumentando a dedução para pessoas físicas para 7% e para empresas para 3%. A proposta agora aguarda sanção presidencial.

O Senado aprovou, nesta quarta-feira, a permanência dos incentivos fiscais para doações a projetos esportivos e paradesportivos, com um total de setenta e quatro votos a favor e nenhum contra. O novo projeto aumenta a dedução do Imposto de Renda para pessoas físicas para até sete por cento e para empresas para três por cento. A proposta agora aguarda sanção presidencial.
Atualmente, a Lei de Incentivo ao Esporte já oferece descontos no Imposto de Renda para contribuições a projetos esportivos, mas o benefício era temporário, com previsão de término em dois mil e vinte e sete. A dedução para empresas, que era de dois por cento, também foi ampliada com a nova aprovação.
A votação foi acompanhada por figuras importantes do esporte, como a ex-ministra dos Esportes, Ana Moser, e o ex-jogador de vôlei, Emmanuel Rêgo. A relatora do projeto, a senadora Leila Barros (PDT-DF), destacou a importância da medida, afirmando que "esta política leva o esporte onde o Estado não chega, gera emprego, renda e transforma vidas".
O senador Carlos Portinho (PL-RJ), líder do PL no Senado, reconheceu o apoio dos governistas ao texto e enfatizou a necessidade de uma legislação perene para o esporte, assim como ocorre com a cultura. Ele elogiou o compromisso do líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA), em apoiar a proposta.
Com a aprovação, espera-se que mais pessoas e empresas se sintam motivadas a contribuir com projetos esportivos, ampliando o acesso ao esporte e promovendo a inclusão social. A permanência dos incentivos fiscais pode ser um impulso significativo para iniciativas que dependem de apoio financeiro.
Nessa nova fase, a união da sociedade civil pode ser fundamental para fortalecer projetos que promovem o esporte e a inclusão. O apoio a essas iniciativas pode transformar vidas e criar oportunidades para muitos, mostrando como a solidariedade pode fazer a diferença.

A exposição “Caelestis” na Vila Cultural Cora Coralina, em Goiânia, destaca a arte do Cerrado, unindo estudantes do Senac e artistas de Olhos D’Água. As obras, que incluem vestuário e esculturas, valorizam saberes ancestrais.

Leticia Lyle defende uma abordagem coletiva e sistêmica para combater o bullying nas escolas brasileiras, destacando a importância da transformação cultural e da inclusão. O bullying, muitas vezes minimizado como brincadeira, é uma violência premeditada que requer atenção e ação conjunta de toda a comunidade escolar.

Agricultores paranaenses estão reintroduzindo o cultivo de algodão, com a meta de expandir para 20 mil hectares em cinco anos, impulsionados por novas tecnologias e uma algodoeira.

A senadora Mara Gabrilli criticou o veto do presidente Lula à pensão vitalícia para crianças com Síndrome Congênita do Zika, destacando a necessidade urgente de apoio às famílias. A pressão por mudanças continua.

No Festival LED, cientistas discutiram a urgência de uma educação que promova ética e sustentabilidade, destacando a necessidade de reformar currículos para formar cidadãos críticos. Marcelo Gleiser, Sônia Guimarães e Ivair Gontijo abordaram a relação da humanidade com o planeta e o papel da educação na construção de um futuro sustentável.

A Festa da Lili em Brasília gerou um intenso debate sobre a pressão estética na comunidade gay, evidenciando inseguranças corporais e o uso de anabolizantes. Especialistas alertam para os riscos psicológicos e físicos associados.