A Fundação Bradesco oferece 18 mil vagas em cursos gratuitos de curta duração, com mais de 85 opções de formação profissional em diversas áreas. As inscrições estão abertas em todo o Brasil. Os cursos, com carga horária de 30 a 100 horas, são presenciais e visam atender às demandas do mercado regional. A iniciativa busca capacitar jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social, promovendo inclusão e melhoria na qualidade de vida.

A Fundação Bradesco anunciou a abertura de dezoito mil vagas em cursos gratuitos de curta duração em todo o Brasil. Com mais de oitenta e cinco opções de formação, a iniciativa visa a qualificação profissional em diversas áreas, incluindo Agronegócio, Arte e Design, Comunicação, Elétrica e Eletrônica, Gastronomia, Negócios e Empreendedorismo, Produção Visual e Design, além de Tecnologia da Informação.
As inscrições estão disponíveis no site da FIC (Formação Inicial e Continuada) da Fundação Bradesco e nas secretarias das trinta e sete escolas mantidas pela instituição. As aulas, que são presenciais, ocorrerão nas escolas da fundação localizadas em todos os estados brasileiros.
Os cursos têm carga horária que varia entre trinta e cem horas, e as turmas serão formadas ao longo do ano, com número limitado de vagas. Essa estruturação foi realizada com base nas necessidades do mercado de trabalho de cada região, permitindo que a Fundação Bradesco ofereça uma formação que realmente impacte a qualidade de vida das comunidades atendidas.
Fernando Frochtengarten, gerente do Departamento de Educação de Jovens e Adultos (EJA), FIC e Escola Virtual da Fundação Bradesco, destaca a importância da educação como chave para a inclusão social. A qualificação profissional é um passo fundamental para jovens e adultos que desejam desenvolver competências essenciais para o mercado de trabalho, construir uma carreira ou iniciar atividades empreendedoras.
Anualmente, a Fundação Bradesco beneficia mais de quarenta e duas mil crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social, oferecendo ensino gratuito e de qualidade em suas quarenta escolas espalhadas pelo Brasil. Essa nova oferta de cursos representa uma oportunidade valiosa para aqueles que buscam melhorar suas perspectivas profissionais.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem transformar vidas e comunidades. A união em torno de projetos que promovem a educação e a qualificação profissional é essencial para criar um futuro melhor para todos.

Neste domingo (25), o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, inicia o Caminho das Águas em Cabrobó (PE), visitando a Estação de Bombeamento EBI-1 e a Barragem de Serra do Livramento. O evento destaca a importância do Projeto de Integração do São Francisco, que já beneficia 8,1 milhões de pessoas em quatro estados nordestinos.

Neste ano, 31,3 mil mulheres se alistaram nas Forças Armadas do Brasil, após a abertura do alistamento voluntário. O Ministério da Defesa implementa medidas para garantir segurança e adaptação nos quartéis.

A Secretaria de Cultura do Distrito Federal lançou um projeto gratuito para formar bailarinos de 9 a 13 anos, inspirado na Escola do Teatro Bolshoi. Mais de 200 crianças já se inscreveram para audições.

A Cia. Teatro Esplendor celebra 15 anos com ocupação no CCBB até 8 de setembro, apresentando quatro espetáculos, incluindo as estreias de "Pedrinhas miudinhas" e "Hamlet". O evento destaca a diversidade de repertório e a contextualização de textos clássicos e contemporâneos.

Em julho, um milhão de famílias foram desligadas do Bolsa Família, reduzindo o total para 19,6 milhões. A pobreza caiu para 27,4% e a extrema pobreza para 4,4%, os menores índices em anos.

Animais de assistência emocional, como cães e gatos, têm se mostrado fundamentais para o suporte de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), melhorando a qualidade de vida. Leticia Alves, influenciadora e médica veterinária, relata como seu cão Jackson e o gato Olaf ajudam a regular emoções e proporcionar segurança a ela e seu filho, diagnosticado com TEA. A presença desses animais é um fator positivo no tratamento e na inclusão social, refletindo a crescente atenção ao autismo no Brasil, que já atinge 2,4 milhões de pessoas.