O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) abre inscrições até 8 de setembro para a chamada Aliança Educacional, que financiará até R$ 2 milhões em projetos inovadores na educação. Startups de base tecnológica podem se inscrever para desenvolver soluções que melhorem a formação profissional, com foco em tecnologias educacionais. Até oito projetos serão selecionados, cada um recebendo até R$ 250 mil, com a condição de serem aplicados em escolas do Senai.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) está com inscrições abertas até 8 de setembro para startups de base tecnológica que desejam apresentar projetos inovadores na área de educação. A chamada, denominada Aliança Educacional, destinará até R$ 2 milhões ao desenvolvimento de soluções que abordem desafios da educação profissional e superior. Este financiamento faz parte da Plataforma Inovação para a Indústria, que visa aumentar a eficiência e a produtividade do setor industrial.
Serão selecionados até oito projetos, cada um podendo receber até R$ 250 mil. Para serem elegíveis, as propostas devem ser aplicadas e validadas em pelo menos uma escola do Senai. No Distrito Federal, as escolas participantes incluem Gama, Setor de Indústrias Gráficas (SIG), Sobradinho e Taguatinga. As startups interessadas devem colaborar com uma unidade operacional do Senai para elaborar a proposta técnica que será submetida à avaliação.
No Distrito Federal, a parceria deve ser feita com o Instituto Senai de Tecnologia em Construção Civil (ISTCC-DF), que será responsável pela gestão do projeto e pelo desenvolvimento tecnológico. As propostas devem seguir a temática "Como Tornar a Educação Profissional Superior Mais Dinâmica, Envolvente, Assertiva, Conectada com a Realidade da Indústria e Preparada para os Desafios do Futuro?". Serão priorizadas tecnologias educacionais inovadoras que fortaleçam o desenvolvimento de competências para a indústria.
As startups podem incluir no projeto mais de uma unidade operacional do Senai da mesma região, além de outras empresas, universidades e institutos federais. As inscrições devem ser feitas pela Plataforma Inovação para a Indústria, utilizando um formulário específico. As propostas selecionadas na primeira fase desenvolverão o planejamento dos projetos, que passarão por análise do Departamento Nacional do Senai.
Os critérios de avaliação incluem potencial de impacto e escala, grau de adesão aos desafios do Senai e viabilidade técnica e financeira do projeto. Após a aprovação, a execução da iniciativa deverá ocorrer em um período de doze meses, com possibilidade de prorrogação de até três meses. O regulamento completo pode ser consultado na plataforma oficial do Senai.
Iniciativas como essa são fundamentais para o avanço da educação profissional e podem ser impulsionadas pela sociedade civil. A união de esforços pode resultar em soluções inovadoras que beneficiem a formação de novos profissionais, contribuindo para o desenvolvimento do setor industrial e a melhoria da qualidade educacional.

Sesi-SP lança o projeto Juventudes AntiMisoginia para combater a violência de gênero nas escolas, promovendo igualdade e conscientização entre estudantes. A iniciativa busca transformar a cultura machista.

A Universidade Cruzeiro do Sul lançou quinze cursos online gratuitos, sem exigência de formação prévia, com o objetivo de democratizar a educação continuada. As inscrições estão abertas indefinidamente.

A FAPESP e a Fundação Roberto Marinho anunciaram os projetos selecionados para a 4ª edição do Prêmio Ciência para Todos, envolvendo 100 propostas de 95 escolas. Os participantes passarão por formações online até 29 de setembro, abordando técnicas educacionais e produção audiovisual. A edição de 2025, com o tema “Um mundo melhor para todos”, alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, promovendo a reflexão sobre a ciência e a formação de cidadãos críticos.

O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) lançou a série “Ciência Animada” no YouTube, com vídeos didáticos que tornam a ciência mais acessível ao público. A iniciativa visa enriquecer o entendimento sobre ciência e inovação, abordando temas como microscopia eletrônica e edição gênica. Os vídeos são recursos valiosos para professores, estudantes e interessados em geral.

Estudo revela que estimulação elétrica leve no cérebro pode aumentar em até 29% o desempenho em matemática de alunos com dificuldades, promovendo maior igualdade intelectual. Pesquisadores alertam para questões éticas sobre o acesso à tecnologia.

Sonia Livingstone, pesquisadora de mídia e sociedade, destacou no Seminário Internacional sobre um futuro digital inclusivo que o maior desafio das crianças é ser ouvidas e seguras online. A especialista enfatizou a importância de escutar as opiniões dos jovens sobre o uso de tecnologias digitais, promovendo um diálogo que equilibre riscos e oportunidades.