O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) oferece 115.288 vagas em cursos gratuitos e pagos em todo o Brasil, com foco em formação profissional diversificada. As inscrições estão abertas em várias unidades, destacando oportunidades em áreas como cibersegurança e eletricidade.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) anunciou a abertura de 115.288 vagas em cursos, sendo 44.548 gratuitas e 70.740 pagas. As oportunidades estão disponíveis em diversas unidades do Brasil e na plataforma Futuro.Digital, abrangendo modalidades presenciais e online. Os cursos incluem áreas como biologia molecular, cibersegurança, eletricista e técnicas de aplicação de texturas decorativas.
Na plataforma Futuro.Digital, o Senai oferece 70.740 vagas em cursos pagos, que vão de técnicos a pós-graduação, incluindo micro e minicursos. A flexibilidade é garantida com 759 turmas presenciais, 402 semipresenciais e 1.584 turmas na modalidade de Educação a Distância (EaD), permitindo que os alunos estudem de acordo com sua conveniência.
Em relação às vagas gratuitas, o SENAI-DF disponibiliza 1.057 oportunidades para cursos de aperfeiçoamento e qualificação profissional, voltadas para pessoas de baixa renda. As inscrições podem ser feitas diretamente no site do SENAI-DF, com opções em unidades como Gama e Taguatinga.
No Maranhão, o SENAI-MA oferece 1.375 vagas em cursos como Excel e instalação de sistemas fotovoltaicos. As inscrições estão abertas para 49 cursos presenciais e seis semipresenciais, com informações disponíveis no site do Futuro.Digital.
O SENAI-PB conta com 624 vagas em cursos variados, desde ajustador mecânico até programador de sistemas automatizados. As oportunidades estão divididas entre modalidades presenciais e EaD, com inscrições acessíveis no site do SENAI-PB. Já o SENAI-PR possui 1.948 vagas em áreas como eletrônica e design, com a maioria das turmas presenciais.
Essas iniciativas do Senai são fundamentais para a formação profissional e o desenvolvimento de habilidades no mercado de trabalho. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar esses projetos, garantindo que mais pessoas tenham acesso a oportunidades de qualificação e crescimento profissional.

A Defensoria Pública do Distrito Federal lançou uma plataforma digital para reunir currículos de estudantes em busca de até 797 vagas de estágio, promovendo maior agilidade e transparência no processo seletivo. A iniciativa, em parceria com a Secretaria de Economia e o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), visa facilitar o acesso de jovens ao mercado de trabalho. Para participar, os interessados devem se cadastrar no site e anexar seu currículo, seguindo os critérios do edital publicado.

Instituto Federal de Brasília (IFB) oferece 130 vagas gratuitas em cursos técnicos de manutenção automotiva e meio ambiente no campus da Estrutural, com matrícula por ordem de chegada.

A Defensoria Pública do Distrito Federal lançou o projeto Conhecer Direito, que oferece 50 bolsas de estudo para o PAS da UnB, visando ampliar o acesso à educação superior para estudantes da rede pública. Os interessados devem se inscrever, completar módulos online e apresentar comprovante de matrícula até 30 de maio. O projeto, que integra a formação de estagiários da DPDF, também prevê um simulado em junho para classificação das vagas.

Rubens Ometto, ex-aluno da USP e presidente da Cosan e Comgás, doa R$ 19 milhões para revitalizar o Departamento de Engenharia de Produção e construir um novo edifício, com conclusão prevista para 2026. A doação, resultado de insatisfação com a infraestrutura da Poli, visa modernização e sustentabilidade, promovendo a integração entre natureza e tecnologia.

O governo brasileiro relançou o Fies Social em 2024, oferecendo financiamento integral com juro zero para beneficiários do CadÚnico, visando ampliar o acesso ao ensino superior. O programa prioriza famílias em situação de vulnerabilidade e apresenta regras mais flexíveis, facilitando a inclusão de estudantes historicamente excluídos.

O governo Lula anunciou que a taxa de alfabetização no Brasil subiu para 59,2% em 2024, apesar de quedas significativas em estados como o Rio Grande do Sul, onde a taxa caiu para 44,7%. O MEC busca alcançar 64% até o final do ano.