No dia 21 de junho, o Sesi Lab em Brasília inaugurará as exposições "Mundos Imaginários" e "Brinquedos Esquecidos: o Lúdico Reinventado", com entrada gratuita, promovendo criatividade e empreendedorismo juvenil. As mostras, parte da Feira do Empreendedorismo da FashionTeen, oferecem uma experiência sensorial e educativa, reunindo famílias e educadores em um ambiente lúdico e artístico.

O Sesi Lab, localizado em Brasília, receberá uma programação especial no dia 21 de junho, das 14h às 18h, com a abertura de duas exposições que visam estimular a criatividade de crianças e adultos. As mostras, intituladas Mundos Imaginários e Brinquedos Esquecidos: o Lúdico Reinventado, são gratuitas e fazem parte da Feira do Empreendedorismo da FashionTeen.
A exposição, criada por alunos da FashionTeen, convida os visitantes a explorar quatro universos sensoriais: Floresta Mágica, Viagem Cósmica, Ilhas Mágicas e Brinquedos Esquecidos. Este último espaço serve como cenário para a mostra autoral Brinquedos Esquecidos: O Lúdico Reinventado, que é uma parceria com a rede RiHappy.
Inspirada por artistas renomados como Sebastian Masuda, Yayoi Kusama, Jeff Koons e os Irmãos Campana, a exposição propõe uma releitura contemporânea da infância. Brinquedos que não foram vendidos são transformados em arte, promovendo reflexões sobre consumo, reaproveitamento e criatividade.
Além de valorizar o potencial artístico das crianças, o evento também estimula o empreendedorismo juvenil. A proposta é reunir famílias, educadores e entusiastas da arte em uma experiência lúdica e educativa, reforçando a importância da criatividade na formação dos jovens.
A entrada para as exposições é gratuita e aberta ao público, permitindo que todos possam participar dessa iniciativa cultural. O Sesi Lab se destaca como um espaço que promove a educação e a cultura, atraindo a atenção de diversas comunidades.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas e ampliadas pela sociedade civil. A união de esforços pode contribuir significativamente para o desenvolvimento de projetos que valorizem a arte e a educação, beneficiando crianças e jovens em suas trajetórias.

Artistas em situação de rua, como Gleice Cassiane de Castro, ganham destaque na exposição "A Arte do Povo da Rua", que revela suas histórias de superação e a força transformadora da arte. A mostra, promovida pela Defensoria Pública de São Paulo, busca valorizar a identidade e a criatividade desses indivíduos, desafiando a invisibilidade social e promovendo a cura e a liberdade através da expressão artística.

A Companhia Mungunzá teve o prazo de desocupação do Teatro de Contêiner prorrogado em 60 dias pela gestão Ricardo Nunes, que também ofereceu um novo terreno e R$ 2,5 milhões em apoio. Após protestos e apoio de artistas, a prefeitura busca revitalizar a área com um projeto habitacional, enquanto a companhia se prepara para a mudança.

Ministro Jader Filho anuncia aumento do auxílio aluguel e "compra assistida" para famílias da Favela do Moinho, visando uma desocupação pacífica e sem uso de força policial. A medida busca mitigar tensões na área.

Ação de acolhimento em Taguatinga oferece serviços e auxílio a pessoas em situação de rua. O Governo do Distrito Federal, em parceria com diversas secretarias e órgãos, inicia uma ação de assistência social com serviços de saúde, educação e um auxílio financeiro de R$ 600. Além disso, serão disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional. A iniciativa inclui a desmontagem de estruturas ocupadas, com transporte dos pertences dos assistidos.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) participou do Seminário Internacional de Monitoramento do Desenvolvimento na Primeira Infância em Brasília, promovido pelo Ministério da Saúde. O evento, que contou com representantes de vários países, visou fortalecer a cooperação na América Latina e aprimorar políticas públicas para o desenvolvimento infantil. A OPAS destacou a importância de medir o desenvolvimento infantil, já que cerca de treze por cento das crianças enfrentam atrasos, especialmente em contextos de vulnerabilidade.

A UFRJ lançou um edital de cotas para pessoas trans, disponibilizando 24 vagas ociosas. O reitor Roberto Medronho enfatizou o compromisso da universidade com a inclusão e a diversidade.