Ministros do STF votam a favor de garantir o Benefício de Prestação Continuada (BPC) a mulheres vítimas de violência doméstica, mesmo sem vínculo com o INSS, dependendo de análise judicial. A decisão impacta a proteção social dessas mulheres.

Os ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votaram a favor de um relatório que determina que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deve pagar o Benefício de Prestação Continuada (BPC) a mulheres vítimas de violência doméstica. O julgamento acontece no plenário virtual até o dia 18 de agosto e envolve a análise da necessidade de benefícios assistenciais para aquelas que se afastaram do trabalho devido à violência sofrida.
A Lei Maria da Penha, que garante a manutenção do emprego de mulheres vítimas de violência por até seis meses, já é um importante marco legal. O voto do ministro Flávio Dino sugere que mulheres não seguradas do INSS também devem ter acesso ao BPC, desde que um juiz comprove que elas não têm meios de se sustentar. Isso inclui aquelas sem emprego formal ou que não contribuem para a Previdência.
O ministro Flávio Dino destacou que cabe ao juiz estadual avaliar a necessidade de um benefício assistencial temporário para mulheres que trabalham de forma informal e precisam se afastar do trabalho. Para aquelas que estão no regime geral da Previdência, o voto propõe que o empregador arque com a remuneração dos primeiros quinze dias de afastamento, enquanto o INSS custearia o afastamento a partir do 16º dia.
O julgamento ainda conta com a participação de sete ministros que precisam votar, incluindo André Mendonça, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Edson Fachin, Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e Luís Roberto Barroso. A decisão do STF poderá impactar diretamente a vida de muitas mulheres que enfrentam situações de vulnerabilidade devido à violência doméstica.
Essa discussão é crucial, pois reflete a necessidade de proteção e suporte a mulheres que, muitas vezes, se encontram em situações de extrema fragilidade. A possibilidade de acesso ao BPC pode representar um alívio financeiro e emocional para essas vítimas, permitindo que elas busquem a recuperação e a reconstrução de suas vidas.
Nossa união pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a proteção e o amparo a essas mulheres. Projetos que promovam a assistência e a reintegração social são essenciais para garantir que elas tenham um futuro mais seguro e digno.

A Casa Hogar BENCALETH, em Tegucigalpa, transforma vidas de crianças com deficiência, oferecendo suporte terapêutico e um ambiente familiar desde mil novecentos e oitenta e nove. A instituição destaca-se por seu atendimento integral e personalizado, promovendo inclusão e desenvolvimento.

Os depósitos do Bolsa Família de maio de 2025 estão em andamento, com repasses até o dia 30, seguindo o final do NIS. O programa exige cumprimento de obrigações em educação e saúde para a manutenção do benefício.

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A governadora em exercício, Celina Leão, assinou a concessão de um terreno de 1.225 m² para a nova sede da Fundação Athos Bulcão, que simboliza o legado do artista em Brasília. A fundação, que operava em espaço alugado, agora busca recursos para a construção, estimada entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões.

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