A Submundo 808, festa de funk em Campinas, se destacou ao sediar o campeonato Red Bull Turn It Up, com a vitória da DJ Pétala, reforçando sua conexão com a cultura periférica. A festa, que atraiu mais de 13 mil pessoas em sua edição de dois anos, promove um ambiente inclusivo e democrático, onde todos compartilham a pista, sem áreas VIP.

A Submundo 808, festa de funk que surgiu em Campinas em 2023, se consolidou como um dos principais eventos de música eletrônica no Brasil, especialmente entre a geração Z. Recentemente, a festa teve a honra de sediar o campeonato de DJs Red Bull Turn It Up, onde a DJ Pétala se destacou como campeã, reforçando o compromisso da Submundo com a cultura periférica e a inclusão na pista.
Na noite de sábado, 9 de agosto, a pista da Campinas Hall estava repleta, com o DJ no centro, criando uma atmosfera vibrante. A festa é marcada por telões que lembram placares de ginásio, músicas que viralizam nas redes sociais e faixas com mensagens como "funk não é crime". Essa combinação única ajudou a Submundo a se tornar um espaço de destaque na cena musical brasileira.
O campeonato Red Bull Turn It Up trouxe um formato inovador, onde seis DJs duelam em uma batalha sonora, recebendo temas e desenvolvendo suas narrativas em três minutos. O vencedor é escolhido pelo público, criando uma interação intensa entre os artistas e os presentes. A Submundo 808, que celebrou dois anos em maio de 2025, já atraiu mais de treze mil pessoas em suas edições especiais.
O coletivo por trás da festa é formado por sete amigos das periferias de Campinas, que compartilham uma paixão pela cultura periférica. A curadoria da Submundo equilibra DJs renomados e novos talentos, todos com acesso igual ao palco, promovendo um ambiente inclusivo. Vinícius Mariano, um dos sócios, destaca que, em São Paulo, o público pode ser até três vezes maior, o que exige um trabalho constante para manter a essência da festa.
Na Submundo, o DJ não é apenas um "preenchedor" de horários, mas sim o protagonista da festa. A intenção é criar um espaço onde as pessoas possam se expressar livremente, unindo moda, cultura e arte. A festa se recusa a ter open bar, camarotes ou áreas VIP, promovendo uma experiência democrática e coletiva, onde todos compartilham o mesmo espaço.
A vitória da DJ Pétala simboliza a conexão da Submundo com suas raízes e a valorização da cultura local. Projetos como esse merecem apoio e incentivo da sociedade civil, pois fortalecem a cena musical e cultural, promovendo inclusão e diversidade. A união em torno dessas iniciativas pode fazer a diferença na vida de muitos artistas e na construção de um espaço mais acolhedor para todos.

A casa de Beth Carvalho, localizada na Praia de Cordeirinho, será transformada em um museu interativo. O projeto, anunciado em seu aniversário, envolve investimento de R$ 10 milhões e lançamento de livro sobre a artista.
Netflix investe R$ 5 milhões na modernização da Sala Oscarito da Cinemateca Brasileira, promovendo acessibilidade e preservação do cinema nacional. A parceria destaca a importância cultural do espaço.

A 2ª edição da Bienal das Amazônias, com curadoria de Manuela Moscoso, ocorrerá de 29 de agosto a 30 de novembro em Belém, explorando a relação entre humanos e natureza. O evento destaca a pluralidade artística da Amazônia e busca ativar diálogos sobre questões contemporâneas.
O Festival Paredão Ocupa o Museu será realizado no CCBB RJ de 17 a 19 de julho de 2025, com entrada gratuita e programação que inclui música, filmes e debates sobre a cultura dos paredões automotivos. A expectativa é atrair um grande público, assim como na edição anterior, que recebeu mais de três mil visitantes por dia. Destaques da programação incluem DJ Jeffdepl, DJ Meury e Emme Paixão, além de filmes que exploram a identidade e a potência cultural do som automotivo.

Netflix patrocina reforma de R$ 5 milhões na Cinemateca Brasileira. A parceria visa revitalizar a sala Oscarito e atrair mais investimentos para a preservação do cinema nacional.

Entre 18 e 24 de abril, São Paulo recebe exposições que refletem a conexão entre humanidade e natureza, destacando a arte contemporânea latino-americana. As mostras incluem "Histórias da Floresta" no Museu Catavento, que promove a cultura indígena e a preservação ambiental, e a individual de Guglielmo Castelli, que traz obras abstratas. A artista dominicana Hulda Guzmán também é destaque no Masp, com obras que abordam a crise climática. As exposições oferecem experiências tanto pagas quanto gratuitas, enriquecendo o cenário cultural da cidade.