Após um acidente que resultou em lesão medular, uma ex-estudante de medicina transformou sua experiência em um trabalho pela inclusão de pessoas com deficiência na Bayern, promovendo adaptações e valorizando talentos. Ela destaca a importância de uma abordagem inclusiva e a necessidade de mudanças na percepção social sobre a deficiência.

Em 2006, uma estudante de medicina sofreu um acidente de carro que resultou em lesão medular, levando a uma reabilitação intensa e a uma nova perspectiva sobre a inclusão de pessoas com deficiência. Atualmente, ela atua na Bayern, promovendo a saúde e a inclusão no ambiente de trabalho, destacando a importância de adaptar processos e valorizar o potencial de todos, independentemente de suas características.
A profissional compartilha que, após o acidente, enfrentou desafios significativos durante sua reabilitação. Ela ficou internada por três meses e, em seguida, passou por um tratamento em um centro de reabilitação em Brasília, onde aprendeu a lidar com suas novas limitações. A experiência a fez perceber que o trauma psicológico é muitas vezes mais impactante que as limitações físicas.
Durante sua jornada, a estudante enfrentou resistência ao tentar retornar à faculdade de medicina. Após um primeiro não do reitor, ela lutou judicialmente e conseguiu retomar seus estudos. Essa experiência a fez refletir sobre a construção social que marginaliza pessoas com deficiência e a importância de adaptar o ambiente acadêmico para promover a inclusão.
Ela destaca que muitas adaptações necessárias para sua formação eram simples, mas exigiam uma mudança de mentalidade. Por exemplo, a confecção de um avental adaptado e a criação de plataformas para facilitar sua participação em cirurgias foram soluções que permitiram sua inclusão nas atividades práticas. Essa abordagem colaborativa foi fundamental para seu sucesso acadêmico e profissional.
Após se formar, a profissional assumiu um cargo de gestão em uma empresa de call center, onde enfrentou novamente a necessidade de provar seu valor. Ela observa que, apesar dos avanços, ainda há muito a ser feito em termos de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. A mudança de mentalidade é essencial para que a inclusão se torne uma realidade efetiva.
Atualmente, ela acredita que a inclusão é um processo que beneficia a todos e que a sociedade deve se unir para promover essa mudança. A profissional enfatiza que iniciativas que visem a inclusão e a saúde são essenciais e que a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Projetos que busquem apoiar a inclusão de pessoas com deficiência devem ser estimulados, pois representam um passo importante para uma sociedade mais justa e igualitária.

As corridas de rua no Rio de Janeiro se tornaram mais inclusivas com o crescimento das running crews, como Marun e 5am Running Club, que promovem um forte senso de comunidade. Esses grupos oferecem treinos coletivos, celebrando a corrida como uma experiência social e transformadora, além de eventos especiais como a Maratona do Rio.

A maioria dos aposentados e pensionistas do INSS que contestaram descontos indevidos já foi ressarcida. O INSS inicia nova fase para incluir beneficiários com assinaturas falsificadas.

A pesquisadora Sofia Mota Nunes, de Imperatriz (MA), conquistou o Prêmio Mary Kay Inc. na Regeneron International Science and Engineering Fair com seu projeto de pele artificial para tratamento de queimaduras, recebendo R$ 4,2 mil.

O Museu de Favela do Complexo Pavão-Pavãozinho e Cantagalo está quase finalizado, com investimentos de R$ 1,7 milhão e R$ 3 milhões captados. A iniciativa, apoiada pelo Governo do Estado, promete impulsionar cultura e turismo.

Com a COP30 se aproximando, escolas de idiomas em Belém, como a Uepa e a Minds English School, oferecem cursos de inglês focados em hospitalidade e segurança, visando atender a demanda do evento. O governo também promove capacitação gratuita.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei "ECA Digital", que visa proteger crianças e adolescentes online, após preocupações sobre adultização e exploração sexual nas redes sociais. A proposta agora segue para o Senado e estabelece uma autoridade autônoma para fiscalizar e aplicar sanções.