A suplementação infantil é cada vez mais discutida no Brasil, onde a desnutrição e a obesidade coexistem. Especialistas alertam sobre a importância da orientação profissional para seu uso seguro e eficaz.

Com o crescimento acelerado das crianças, a rotina agitada das famílias e a alimentação muitas vezes desequilibrada, a suplementação infantil se torna um tema relevante no Brasil. Especialistas apontam que, em um cenário onde a desnutrição e a obesidade coexistem, a suplementação nutricional pode ser uma estratégia eficaz para garantir o desenvolvimento saudável. No entanto, é fundamental que essa prática seja realizada com orientação profissional e foco na prevenção.
Dados do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (ENANI-2024) mostram que a anemia e a deficiência de micronutrientes ainda afetam muitas crianças, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. Ao mesmo tempo, o país enfrenta um aumento significativo nos casos de sobrepeso e obesidade infantil, resultado do consumo excessivo de alimentos ultraprocessados e da diminuição da atividade física.
A nutricionista Beatriz Duarte, da TrustFuel, esclarece alguns mitos sobre a suplementação infantil. Por exemplo, nem toda criança saudável precisa suplementar, mas muitas podem se beneficiar, especialmente em fases de seletividade alimentar. Além disso, a suplementação não deve ser vista apenas como uma correção de deficiências, mas também como uma medida preventiva, considerando exames e estilo de vida.
Outro ponto importante é que os pais não devem escolher suplementos por conta própria. A orientação de um nutricionista ou pediatra é essencial para garantir a segurança e eficácia do uso. Embora muitos suplementos sejam seguros e vendidos sem prescrição, a supervisão profissional é recomendada para evitar excessos ou negligências.
Os formatos de suplementos, como gomas mastigáveis, têm se mostrado eficazes na adesão das crianças, facilitando o uso contínuo. A vitamina D, por sua vez, é crucial para a saúde óssea e imunológica das crianças, e sua suplementação pode ser necessária, especialmente em casos de baixa exposição ao sol.
Para famílias e profissionais da saúde que buscam informações confiáveis, o Manual de Aspectos Nutricionais em Situações Especiais na Infância e Adolescência, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), é uma ferramenta valiosa. Em um contexto onde a saúde infantil é uma preocupação crescente, iniciativas que promovam a conscientização e o acesso a suplementos seguros podem fazer a diferença na vida de muitas crianças. Nossa união pode ajudar a garantir que todas as crianças tenham acesso a uma nutrição adequada e saudável.

O Brasil enfrenta um aumento precoce de casos de gripe, com hospitalizações por influenza A crescendo em várias regiões, enquanto a cobertura vacinal permanece alarmantemente baixa, em apenas 31,88%.

O ator Mauricio Silveira, conhecido por suas participações em novelas, está em coma induzido após complicações de uma cirurgia para remoção de tumor. A família pede doações de sangue urgentemente.

Mulheres com endometriose têm risco elevado de menopausa precoce, ocorrendo em média 19 meses antes de forma cirúrgica e cinco meses antes de forma natural, segundo estudo da Universidade de Queensland. A pesquisa, que abrangeu mais de 279 mil mulheres, destaca a necessidade de incluir acompanhamento da menopausa nos cuidados com a endometriose, uma condição que afeta uma em cada dez mulheres em idade fértil.

O Congresso Nacional derrubou veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, permitindo que beneficiários com Aids, Alzheimer, Parkinson e ELA não passem por reavaliações médicas para manter o auxílio-doença. A medida aguarda promulgação.

O Ministério da Saúde intensificou a vacinação contra o sarampo em estados fronteiriços com a Bolívia, após surtos na região e confirmação de casos importados no Tocantins. A ação visa proteger a população e evitar a reintrodução da doença no Brasil.

Intervenções de inteligência artificial (IA) podem aumentar em até 50% as taxas de sucesso na cessação do tabagismo, conforme estudos apresentados em Dublin. Apenas 33% dos países oferecem suporte a fumantes.