Parlamentares e gestores ignoram a proibição do Supremo Tribunal Federal sobre a remoção forçada de pessoas em situação de rua, mesmo com 335.151 indivíduos vivendo nessa condição no Brasil. A decisão, que completa dois anos, foi motivada por preocupações com as condições de vida dessa população.

O Supremo Tribunal Federal (STF) completou dois anos de sua decisão que proíbe a remoção forçada de pessoas em situação de rua, um marco importante na proteção dos direitos dessa população. A decisão, proferida em 2023, foi resultado de uma ação que questionava as condições de vida dessas pessoas e a omissão do poder público em garantir seus direitos. Apesar disso, ainda há propostas de parlamentares e gestores para a remoção forçada, ignorando a determinação do STF.
Entre os que defendem medidas de remoção estão o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o prefeito de Camboriú, Leonel Pavan. Essas sugestões levantam preocupações sobre a desconsideração das diretrizes estabelecidas pelo Judiciário, que visam proteger os direitos humanos e a dignidade dos indivíduos em situação de vulnerabilidade.
Atualmente, estima-se que 335.151 pessoas vivam em situação de rua no Brasil, de acordo com um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgado em abril de 2025. Essa realidade exige uma resposta efetiva do poder público e da sociedade civil, que deve se mobilizar para garantir condições dignas de vida para todos.
A persistência de propostas de remoção forçada demonstra a necessidade de um diálogo mais profundo sobre políticas públicas que abordem as causas da situação de rua, como a falta de moradia, saúde e emprego. A abordagem deve ser centrada na inclusão e no respeito aos direitos humanos, em vez de medidas punitivas que apenas agravam a situação.
É fundamental que a sociedade civil se una em torno de iniciativas que promovam a dignidade e o respeito às pessoas em situação de rua. Projetos que visem a inclusão social e a melhoria das condições de vida podem fazer a diferença. A mobilização da comunidade é essencial para transformar essa realidade e garantir que os direitos de todos sejam respeitados.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a encontrar caminhos para uma vida digna. Ações coletivas podem impulsionar projetos que ofereçam suporte e oportunidades para aqueles que enfrentam a dura realidade da rua, promovendo uma sociedade mais justa e solidária.

Atacadão é condenado a pagar R$ 21 mil por danos morais a funcionária que enfrentou restrições severas para usar o banheiro, evidenciando a violação da dignidade humana no ambiente de trabalho.

Defensoria Pública de São Paulo recomenda afastamento da equipe de segurança do shopping Pátio Higienópolis após casos de racismo contra jovens negros. Ação busca reparação e evento sobre direitos.

Ministro Waldez Góes promove mutirão em Macapá para emissão de Cadastro Nacional de Agricultura Familiar e propostas de microcrédito, beneficiando 100 famílias com R$ 300 milhões do Fundo de Financiamento do Norte.

Idosos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) por deficiência não precisarão mais passar por perícia médica ao completar 65 anos, beneficiando cerca de 150 mil pessoas. A nova regra, estabelecida pela Portaria Conjunta nº 33, também isenta pessoas com deficiência permanente de reavaliação por dois anos.

A Medida Provisória nº 1.300/2025 amplia a Tarifa Social de Energia Elétrica, garantindo gratuidade para consumo de até 80 kWh e descontos para até 120 kWh, beneficiando cerca de 60 milhões de pessoas.

O Auxílio Gás, benefício do governo federal, apoia famílias de baixa renda na compra de gás de cozinha, com pagamentos a cada dois meses. O valor é ajustado conforme a média nacional do botijão de 13 kg.