O Tayassu pecari, porco selvagem da América Latina, foi redescoberto na Reserva Biológica Estadual de Araras após décadas. O monitoramento, liderado por Vanessa Cabral Barbosa, revela a importância da conservação.

Após décadas sem registros, o Tayassu pecari, um mamífero da família Tayassuidae e conhecido como porco do mato, foi novamente documentado na natureza fluminense. A espécie foi avistada na Reserva Biológica Estadual de Araras, localizada na Região Serra. As primeiras imagens foram capturadas em 2021, utilizando armadilhas fotográficas, e a confirmação do monitoramento se estendeu até 2023, conforme publicado na revista científica Suiform Soundings.
O levantamento foi realizado pela pesquisadora e guarda-parque do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Vanessa Cabral Barbosa. O projeto de monitoramento de mamíferos de médio e grande porte é uma iniciativa que visa coletar dados sobre a biodiversidade local. A metodologia inclui armadilhas fotográficas, análise de vestígios e registros sobre a abundância e distribuição das espécies.
Além disso, o projeto também considera os impactos das atividades humanas no ecossistema. A pesquisa é realizada em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o que fortalece a base científica das observações e dados coletados. O retorno do Tayassu pecari à região é um indicativo positivo para a conservação da biodiversidade local.
A presença desse mamífero é um sinal de que as iniciativas de preservação ambiental estão surtindo efeito. O monitoramento contínuo e a pesquisa científica são fundamentais para entender melhor a dinâmica das espécies e os desafios que enfrentam. O registro do Tayassu pecari também pode servir como um alerta sobre a importância da conservação das florestas tropicais.
O trabalho de monitoramento e conservação é essencial para garantir a sobrevivência de espécies ameaçadas e a saúde dos ecossistemas. A participação da comunidade e o apoio a projetos de pesquisa são cruciais para o sucesso dessas iniciativas. O retorno do Tayassu pecari é um exemplo de como a ciência e a conservação podem caminhar juntas.
Nossa união pode fazer a diferença na preservação da biodiversidade. Projetos que visam apoiar a conservação de espécies como o Tayassu pecari devem ser incentivados pela sociedade civil. O envolvimento da comunidade é fundamental para garantir que esses esforços continuem e que a natureza receba a proteção que merece.

Em 2024, 44% das instituições financeiras no Brasil relataram impactos diretos do clima, um aumento alarmante em relação aos anos anteriores, refletindo um "novo normal" de riscos climáticos. Eventos como enchentes e secas intensificaram a preocupação com a inadimplência no agronegócio, setor altamente exposto. A Confederação Nacional das Seguradoras estima indenizações anuais entre R$ 4 bilhões e R$ 4,5 bilhões em seguros rurais, evidenciando a crescente frequência de desastres naturais.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, inicia a terceira etapa do Caminho das Águas no Ceará, visitando barragens que beneficiarão mais de 91 mil pessoas com segurança hídrica. As obras visam melhorar o abastecimento e apoiar atividades econômicas locais.

Uma turista de São Paulo sofreu ferimentos na mão após um ataque de tubarão-lixa em Fernando de Noronha. O ICMBio investiga a alimentação irregular de tubarões na área, prática proibida que ameaça o ecossistema local.

A Floresta Nacional de Brasília (Flona) se destaca como um refúgio para atividades ao ar livre, atraindo cerca de oitenta mil visitantes anualmente, com trilhas melhoradas e infraestrutura acessível. Os taguatinguenses valorizam a Flona, que abrange 5,6 mil hectares e é vital para o abastecimento de água do Distrito Federal. Com cinco trilhas, incluindo a Sucupira, de 36 quilômetros, o local se tornou mais seguro e convidativo, promovendo saúde e lazer.

O Projeto GBB, em parceria com o ICMBio e o ITV DS, avança no sequenciamento de genomas de 80 espécies ameaçadas, com 2.249 amostras coletadas e 1.175 sequenciamentos realizados. A iniciativa visa fortalecer a conservação da biodiversidade brasileira até 2028.

Governo de São Paulo instalará barreira flutuante no Rio Tietê para conter aguapés, enquanto Cetesb interdita praias devido à toxicidade das algas. Medidas visam mitigar impactos ambientais e de navegação.