O Sesc está reformando o prédio da Avenida Graça Aranha 187, com entrega do teatro prevista para dezembro de 2023 e conclusão total em maio de 2026, revitalizando um importante espaço cultural carioca. O Teatro Sesc Ginástico, que terá capacidade para 400 pessoas, passará por modernizações significativas, incluindo melhorias em acessibilidade e acústica, mantendo sua identidade Art Déco.

O prédio localizado na Avenida Graça Aranha 187, que abrigou o antigo Clube Ginástico Português, está em fase avançada de retrofit após a aquisição pelo Sesc em 2019. A entrega do projeto está prevista para maio de 2026, com a inauguração do teatro marcada para dezembro de 2023. O Teatro Sesc Ginástico, um dos mais tradicionais da cidade, contará com capacidade para 400 pessoas e melhorias significativas em acessibilidade e modernização.
As obras, que começaram em janeiro de 2023, foram impactadas pela pandemia, mas atualmente estão com 45% de conclusão. O teatro, em particular, já alcançou 60% de execução. A reabertura do espaço promete revitalizar a área entre as avenidas Nilo Peçanha e Almirante Barroso, trazendo de volta um ícone da cultura carioca, inaugurado em 1938.
O projeto de reforma visa preservar a identidade arquitetônica Art Déco do teatro, mantendo elementos como o desenho característico do balcão e o acesso pelo foyer do térreo. Além disso, a modernização inclui a renovação das poltronas, revestimentos acústicos e iluminação, garantindo que o espaço atenda às normas contemporâneas de acessibilidade e segurança.
Fábio Soares, diretor de Engenharia e Infraestrutura do Sesc RJ, destacou que o trabalho priorizou a acessibilidade em todas as etapas, buscando tornar a experiência do teatro verdadeiramente democrática. O novo layout incluirá assentos adaptados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, além de saídas dimensionadas para maior segurança.
As soluções arquitetônicas incluem a instalação de um painel acústico nas paredes laterais e um novo forro suspenso que melhora a eficiência acústica e luminotécnica. O teatro contará com quatro camarins, áreas técnicas reformuladas e uma caixa cênica modernizada, que permitirá maior flexibilidade na movimentação de iluminação e cenários.
Além do teatro, o espaço de mais de 14 mil metros quadrados abrigará uma piscina semiolímpica, uma praça pública com mirante panorâmico, cinema ao ar livre, quadra poliesportiva, restaurante e galeria de exposições. Projetos culturais como esse são essenciais para a revitalização urbana e merecem o apoio da sociedade civil, que pode se unir para garantir que iniciativas como essa se concretizem e beneficiem a comunidade.

Cacique Raoni, aos 93 anos, compartilhou sua história com estudantes e líderes globais, reafirmando seu compromisso com a paz e a autonomia em um documentário que narra sua trajetória em primeira pessoa.

Dona Zilda, mãe de Fernando Luiz de Paula, se tornou uma liderança na luta por justiça após a Chacina de Osasco, que deixou 19 mortos em 2015, e continua a buscar responsabilização pelos crimes.

Adriana Kairos, escritora da Maré e deficiente visual, lança seu primeiro romance, "Maré", em maio, após residência literária com o Bando Editorial Favelofágico, destacando a literatura nas periferias.

A Casa Mário de Andrade, em São Paulo, foi renovada e ampliada, agora com acessibilidade e novas exposições, buscando conectar-se mais com a comunidade local e atrair visitantes. A reabertura, ocorrida em maio, marca uma nova fase para o espaço cultural, que preserva a memória do intelectual e promove atividades diversificadas.

Luiz Paulino, sobrevivente do massacre do Carandiru, ganha destaque com suas obras impactantes, agora reconhecidas em exposições e adquiridas por importantes instituições de arte. O artista, que passou treze anos no presídio, retrata a brutalidade do sistema prisional em suas telas, que misturam realismo e surrealismo. Recentemente, suas obras foram compradas pelo Museu Nacional de Belas Artes e pela Pinacoteca do Estado de São Paulo, além de um livro em sua homenagem ser organizado por Paulo Herkenhoff.

Com a COP30 se aproximando, Alter do Chão, no Pará, se destaca ao capacitar ribeirinhos para o turismo, com três novas comunidades prontas para receber visitantes e oferecer experiências culturais autênticas. A parceria entre a prefeitura e os ribeirinhos visa fortalecer o turismo de base comunitária, promovendo a culinária local e atividades imersivas na cultura ribeirinha.