O pediatra Daniel Becker alerta sobre os danos do uso excessivo de telas na infância e adolescência, defendendo a regulamentação das redes sociais e propondo soluções práticas para os pais. Becker destaca a importância de experiências reais para o desenvolvimento infantil, alertando que as telas afastam as crianças do mundo real e expõem-nas a conteúdos prejudiciais.

O pediatra Daniel Becker alerta sobre os riscos do uso excessivo de telas por crianças e adolescentes, destacando que essas tecnologias estão roubando experiências essenciais para o desenvolvimento infantil. Em sua visão, a interação social, o contato com a natureza e as vivências em grupo são fundamentais para a formação da identidade e habilidades sociais. Becker enfatiza que, ao invés de promover o crescimento, as telas oferecem conteúdos prejudiciais, como violência e padrões de beleza irreais, que podem levar a problemas como vícios e transtornos mentais.
Becker, que se tornou uma voz proeminente na luta por regulamentações que restrinjam o uso de dispositivos digitais em escolas, defende que a imersão no mundo virtual afasta os jovens de experiências reais. Ele explica que o amadurecimento do cérebro durante a puberdade requer vivências concretas, como interações familiares e sociais, que são comprometidas pelo tempo excessivo gasto em telas. O pediatra sugere que os pais incentivem atividades ao ar livre e interações sociais, além de estabelecer limites no uso de tecnologia.
Entre as recomendações práticas, Becker sugere que os pais mantenham os celulares fora dos quartos durante a noite e incentivem o uso de televisão em vez de dispositivos móveis, que podem levar a conteúdos inadequados. Ele também menciona a importância de não permitir redes sociais antes dos 16 anos e de supervisionar o uso de celulares, especialmente em relação a grupos de mensagens, onde ocorrem casos de bullying e disseminação de informações falsas.
O pediatra também destaca a necessidade de uma educação midiática que ajude crianças e adolescentes a desenvolver pensamento crítico em relação ao que consomem online. Ele observa que a literatura e as histórias são fundamentais para a formação moral e emocional dos jovens, e que o abandono da leitura pode trazer danos significativos ao desenvolvimento infantil. Becker acredita que a sociedade está começando a reconhecer os perigos das telas, com pesquisas indicando que a maioria dos pais considera o uso excessivo de tecnologia prejudicial.
Becker menciona que, apesar de outras preocupações, como o uso de drogas e a sexualidade, o impacto das telas se tornou uma preocupação adicional para os pais. Ele observa que muitos jovens já apresentam danos significativos devido ao uso excessivo de tecnologia, como vícios em jogos e transtornos alimentares. O pediatra alerta que o ambiente digital pode ser mais perigoso do que o mundo físico, tornando a proteção dos jovens uma prioridade.
Com o aumento da conscientização sobre os riscos associados ao uso de telas, é essencial que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que promovam um desenvolvimento saudável para crianças e adolescentes. Projetos que incentivem atividades ao ar livre e a leitura podem ser fundamentais para reverter os efeitos negativos do uso excessivo de tecnologia, ajudando a formar uma geração mais equilibrada e saudável.

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 do Guará promove o Grupo Bem-Estar, que oferece práticas de meditação e ioga às quintas-feiras, visando saúde integral e socialização. A iniciativa busca aliviar dores e ansiedade, fortalecendo vínculos comunitários.

James Hunt, ex-coordenador de marketing, se tornou cuidador em tempo integral de seus filhos autistas, Jude e Tommy, e compartilha sua jornada em um blog com mais de um milhão de seguidores. Após separá-los para melhor cuidado, ele lançou uma linha de roupas com mensagens positivas sobre autismo, promovendo inclusão e apoio a outras famílias.

Técnicos da Defesa Civil Nacional lançam o Defesa Civil Alerta no Nordeste, com demonstração em 36 municípios no dia 14 de junho, visando aprimorar a resposta a emergências e proteger vidas.

Participantes do Reviver Cultural, projeto de revitalização do Centro, reclamam de atrasos nos repasses financeiros, mas a Prefeitura afirma que os pagamentos estão em dia, com apenas três projetos com pendências documentais.

O Instituto Federal do Amapá (IFAP) inaugurará o primeiro campus fluvial do Brasil, atendendo comunidades ribeirinhas com cursos em energias renováveis, agricultura e turismo, oferecendo 800 vagas anuais. Essa iniciativa, apoiada pelos ministros Waldez Góes e Camilo Santana, visa expandir a educação profissional e reduzir desigualdades no estado. O campus será acessível por embarcações, focando na formação de ribeirinhos e na valorização das atividades locais.

O prefeito Eduardo Paes sancionou a lei que oficializa o bairro Argentino, trazendo esperança de valorização imobiliária, apesar das preocupações com a segurança na região marcada pela violência. A nova divisão administrativa, resultado da mobilização dos moradores, pode mudar a percepção da área e impactar o valor dos imóveis, embora especialistas alertem que a insegurança e a exclusão territorial persistem.