A telemedicina no Brasil, regulamentada em 2020, tem transformado o acesso à saúde em áreas remotas, como na comunidade ribeirinha de Tabuleta, onde consultas virtuais salvaram vidas. O projeto Saúde Infinita, coordenado pelo Dr. Luís Marcelo, exemplifica essa inovação, oferecendo diagnósticos e tratamentos à distância, além de serviços de telessaúde ambulatorial.

A telemedicina no Brasil ganhou destaque a partir de 2020, quando foi regulamentada para facilitar o acesso à saúde durante a pandemia de covid-19. Iniciativas como o projeto Saúde Infinita têm mostrado resultados positivos em comunidades ribeirinhas, permitindo diagnósticos e tratamentos à distância. Luciana Vargas de Almeida, moradora da Tabuleta, relatou que a teleconsulta foi crucial para o tratamento de seu marido, que sofria de dor intensa e não tinha acesso imediato a um posto de saúde.
O médico Luís Marcelo, que atendeu Luciana e seu marido, faz parte do projeto que atende comunidades ao longo do Baixo Rio Madeira. Ele destaca que as teleconsultas não apenas aceleram diagnósticos, mas também possibilitam o acompanhamento de doenças crônicas e a avaliação prévia para transferências hospitalares. A regulamentação da telemedicina no Brasil, através da Resolução nº 2.314/2022 e da Lei nº 14.510/2022, permitiu que essas práticas se expandissem rapidamente.
As consultas virtuais têm se mostrado eficazes, especialmente em áreas remotas, onde o acesso a médicos é limitado. O Dr. Luís Marcelo utiliza tecnologia para realizar exames à distância, como eletrocardiogramas e retinografias, enviando os resultados para instituições de referência. A unidade de saúde na Tabuleta, que funciona em uma antiga escola, oferece serviços de telessaúde ambulatorial e emergência, beneficiando cerca de 350 moradores.
Além do projeto Saúde Infinita, outras iniciativas de telemedicina estão se espalhando pelo Brasil, como o Centro de Teleconsulta Hupe Digital, que oferece consultas em diversas especialidades. A Dra. Alexandra Monteiro, coordenadora do Hupe Digital, enfatiza que a telemedicina elimina a necessidade de deslocamento e reduz custos, ampliando o acesso aos serviços de saúde, especialmente para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
A Rede Brasileira de Telessaúde, com núcleos em várias universidades, também contribui para a telemedicina no país, oferecendo serviços de telediagnóstico e teleconsultoria. O Dr. Alexandre Chater Taleb, coordenador do núcleo de Goiás, ressalta a importância da segurança dos dados dos pacientes e a necessidade de infraestrutura tecnológica para expandir esses serviços. Apesar dos avanços, o letramento digital e o acesso à tecnologia ainda são desafios a serem superados.
Iniciativas como essas demonstram o potencial da telemedicina para transformar o atendimento à saúde no Brasil. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar e expandir esses projetos, garantindo que mais comunidades tenham acesso a cuidados médicos de qualidade e a tecnologias que salvam vidas.

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