Teste de sentar e levantar (STS) avalia saúde em idosos, indicando riscos de quedas e problemas cardiovasculares. Intervenções podem melhorar qualidade de vida e autonomia.

O teste de sentar e levantar (STS) é uma ferramenta utilizada por médicos para avaliar a saúde de idosos, medindo quantas vezes uma pessoa consegue se levantar de uma cadeira em trinta segundos. Este exame é comum em consultas de clínica geral e pode ser realizado em casa, servindo como um indicador de força, equilíbrio e flexibilidade. Especialistas afirmam que o desempenho no STS pode revelar riscos de quedas, problemas cardiovasculares e até mesmo a probabilidade de mortalidade.
Para realizar o teste, é necessário uma cadeira sem apoio para os braços e um cronômetro. O indivíduo deve sentar-se no centro da cadeira, cruzar os braços sobre os ombros e manter a coluna reta. Após iniciar o cronômetro, deve levantar-se completamente e sentar-se novamente, contando quantas vezes consegue repetir o movimento em trinta segundos. Os resultados variam conforme a idade, com médias estabelecidas para diferentes faixas etárias.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos divulgaram que a média de repetições para homens de sessenta a sessenta e quatro anos é de quatorze, enquanto para mulheres é de doze. À medida que a idade avança, essa média diminui, chegando a oito repetições para pessoas entre oitenta e cinco e oitenta e nove anos. Esses dados são cruciais, pois pontuações abaixo da média podem indicar um risco elevado de problemas de saúde.
Pesquisas recentes também mostraram que jovens de vinte a vinte e quatro anos conseguem realizar em média cinquenta repetições por minuto. Além disso, um estudo indicou que uma pontuação baixa no STS pode estar associada a um desempenho ruim em cirurgias e tratamentos, além de problemas cardíacos. A preocupação com a saúde cardiovascular é crescente, já que cerca de trinta por cento das pessoas acima de sessenta e cinco anos sofrem quedas anualmente.
As quedas em idosos podem resultar em lesões graves, como fraturas, e muitas vezes levam ao medo de novas quedas, o que pode causar isolamento social. Especialistas alertam que a manutenção da força e do equilíbrio é essencial para evitar esse ciclo vicioso. Um estudo de dois mil e doze destacou que uma variação do teste STS pode prever a mortalidade em adultos entre cinquenta e um e oitenta anos, com pessoas com pontuações baixas apresentando um risco significativamente maior de morte em um período de seis anos.
Para melhorar os resultados no STS, é recomendado manter-se ativo, realizando exercícios simples e atividades do dia a dia. A prática regular de atividades físicas não apenas melhora a condição física, mas também promove o contato social, essencial para a saúde mental. A união da comunidade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que incentivem a saúde e o bem-estar dos idosos, promovendo um ambiente mais seguro e saudável para todos.

Família de jovem que faleceu após três transplantes de coração denuncia estudantes de medicina por ironizar seu caso em vídeo no TikTok, pedindo retratação e ação do Ministério Público.
O prazo para adesão ao edital do Mais Médicos Especialistas foi estendido até 11 de julho, visando diminuir a espera por atendimentos no SUS. Serão disponibilizadas 500 bolsas para médicos em áreas prioritárias.

O 11º Congresso Brasileiro de Densitometria, Osteoporose e Osteometabolismo (Bradoo) discutirá a importância de exercícios para idosos com sarcopenia, enfatizando a combinação de atividades aeróbicas e de resistência. O evento ocorrerá de 21 a 24 de agosto em Brasília, reunindo especialistas que abordarão práticas para melhorar a saúde física e mental dessa população.

Campo Grande (MS) confirmou mais um caso de morcego com raiva, totalizando nove em 2025, superando os seis do ano anterior. A prefeitura alerta sobre a gravidade da doença e a proteção legal dos morcegos.

Pesquisadores identificaram o receptor GluD1 como essencial na modulação da dor neuropática. A injeção de cerebelina-1 em camundongos restaurou sua função, aliviando a dor crônica sem efeitos colaterais.

Três em cada cinco casos de câncer de fígado podem ser evitados com a redução de fatores de risco, como obesidade e diabetes, segundo relatório da Comissão The Lancet. Aumento significativo de casos é previsto até 2050.