A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) oferece seis cursos gratuitos para pessoas com 60 anos ou mais, com foco em aprendizado e integração social. As inscrições são presenciais e limitadas a 168 vagas.

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) está com inscrições abertas para seis cursos gratuitos voltados para pessoas com 60 anos ou mais. As atividades, que ocorrerão na Casa Helenira Rezende, têm como objetivo promover aprendizado e integração social entre os participantes. Ao todo, são 168 vagas disponíveis, distribuídas entre cursos de línguas, nutrição, atividades físicas e habilidades sociais.
As inscrições devem ser realizadas de forma presencial na Rua Severino Meireles, número 260, no bairro Alto dos Passos, das 8h às 11h. É necessário apresentar uma cópia da Carteira de Identidade, do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e uma foto 3x4 recente. O preenchimento das vagas será feito por ordem de chegada.
Os cursos de línguas estrangeiras, que incluem inglês, francês e espanhol, são destinados a iniciantes. Aqueles que se inscreverem em um desses cursos garantirão vaga também para as aulas do segundo semestre. O curso “Idosos em Movimento” oferece atividades físicas e de lazer, promovendo a mobilidade dos participantes.
O curso de Nutrição traz orientações específicas sobre alimentação saudável para pessoas acima de 60 anos. Já o curso de “Habilidades Sociais” propõe dinâmicas de grupo e reflexões que visam melhorar a saúde mental e a convivência entre os alunos. Esses cursos são oferecidos pelo Polo Interdisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão sobre o Processo de Envelhecimento da UFJF, que atua desde 1990.
Essas iniciativas são fundamentais para incentivar a autonomia e o envelhecimento saudável entre os idosos. A participação em atividades educativas e sociais pode ter um impacto significativo na qualidade de vida dessa população. A UFJF, ao oferecer esses cursos, demonstra seu compromisso com a inclusão e o bem-estar dos cidadãos mais velhos.
Projetos como esses devem ser apoiados pela sociedade civil, pois contribuem para o fortalecimento da comunidade e a promoção de um envelhecimento ativo e saudável. A união em torno de causas que beneficiam a terceira idade é essencial para garantir que mais pessoas tenham acesso a oportunidades de aprendizado e socialização.

O podcast Mundaréu lançou a série “Conexão”, apresentada por adolescentes de escolas públicas de Campinas, abordando temas como invisibilidade e tecnologias. A iniciativa é parte de um projeto de iniciação científica e visa explorar o uso da internet por jovens.

Crianças nascidas durante a pandemia de covid-19 enfrentam atrasos em habilidades linguísticas e sociais, impactando seu desenvolvimento e aprendizado. Pesquisas revelam que a falta de experiências sociais e educativas pode ter consequências duradouras.

Setenta por cento dos pais brasileiros desconhecem produtos financeiros para crianças, enquanto 72% não poupam para os filhos, segundo pesquisa do Serasa. A educação financeira infantil é crucial para um futuro mais saudável.

A Escola Técnica Agropecuária Engenheiro Salvador Arena (ETASA) abre inscrições para o curso técnico gratuito em agropecuária, com 40 vagas disponíveis até 20 de junho. A iniciativa visa apoiar estudantes em vulnerabilidade social com bolsas de permanência, transporte e alimentação.

Mais da metade dos distritos de São Paulo não atinge a média do Ideb. O prefeito Ricardo Nunes propõe gestão privada para escolas com baixo desempenho. A cidade de São Paulo enfrenta uma grave crise educacional, com 53 dos 96 distritos não alcançando a média nacional do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para os anos iniciais do ensino fundamental. As disparidades são alarmantes, com diferenças de até 50% entre regiões. O prefeito Ricardo Nunes responsabiliza os professores pelo baixo desempenho e sugere a privatização das escolas com os piores resultados. A desigualdade na educação se reflete também nas condições de trabalho dos docentes, que enfrentam sobrecarga nas áreas mais vulneráveis.

Menos da metade das bolsas do Programa Universidade Para Todos (Prouni) foram preenchidas entre 2013 e 2024, resultando em 2,5 milhões de vagas ociosas. Especialistas pedem melhorias na divulgação e seleção.