A Universidade de Brasília (UnB) lançou o projeto Livro Livre, que incentiva a doação de livros e enriquece o acervo da Biblioteca Central, promovendo a leitura e a cultura na comunidade. A iniciativa, apoiada pela diretora da Faculdade de Comunicação, Dione Moura, inclui eventos como o Arraiá da Leitura, onde doações de livros resultam em recompensas e atividades lúdicas. Além disso, a catalogação de trabalhos de conclusão de curso visa preservar a memória acadêmica da instituição.

Viver em uma universidade pública é um privilégio acessível a todos, especialmente na Universidade de Brasília (UnB). Embora a aprovação em vestibulares e processos seletivos possa ser desafiadora, a UnB oferece diversas oportunidades para a comunidade, como projetos de extensão, atendimentos gratuitos e eventos que promovem a conscientização. A relação entre a universidade e a cidade é fundamental, e iniciativas como essas ajudam a fortalecer esse vínculo.
Recentemente, a UnB lançou o projeto Livro Livre, que visa incentivar a leitura e enriquecer o acervo da Biblioteca Central. A iniciativa, apoiada pela diretora da Faculdade de Comunicação (FAC), Dione Moura, promoveu um evento chamado Arraiá da Leitura, onde os participantes que doaram livros puderam ganhar doces e participar de brincadeiras típicas. O projeto busca aumentar a oferta de obras de literatura infantojuvenil, tornando a leitura mais acessível a todos.
Os livros doados são catalogados pelo Centro de Documentação (Cedoc) e ficam disponíveis na área de convivência da FAC, permitindo que qualquer pessoa possa sentar e ler. Além disso, a equipe do Cedoc está trabalhando para registrar os trabalhos de conclusão de curso, com o objetivo de disponibilizá-los na Biblioteca Central. Essa ação visa recuperar produções anteriores à digitalização, preservando a memória acadêmica da UnB.
A UnB se destaca como um epicentro de iniciativas que beneficiam a comunidade, promovendo o acesso à cultura e à educação. O projeto Livro Livre é um exemplo de como a universidade pode se conectar com a cidade, oferecendo recursos e oportunidades para todos. A participação da comunidade é essencial para o sucesso de projetos como esse, que buscam enriquecer a vida acadêmica e cultural da região.
O sentimento de pertencimento à universidade é forte, e a experiência de revisitar os corredores da UnB traz à tona memórias e emoções. As mudanças visíveis, como reformas e novas formas de comunicação, refletem a evolução da instituição e a adaptação às necessidades dos estudantes. A interação entre alunos e a comunidade é fundamental para o fortalecimento desse ambiente educacional.
Iniciativas como o projeto Livro Livre devem ser apoiadas e estimuladas pela sociedade civil. A união em torno de causas que promovem a educação e a cultura pode fazer uma diferença significativa na vida de muitos. Ao contribuir para projetos que visam o bem-estar e o acesso à informação, todos podem ajudar a construir uma sociedade mais justa e inclusiva.

O Ministério da Educação (MEC) publicou uma portaria que altera as regras do ensino a distância, flexibilizando a exigência de polos físicos e exigindo formação específica para docentes. As instituições têm dois anos para se adaptar.

Brasil carece de educação técnica para enfrentar a economia digital, alerta Tatiana Ribeiro. Relatório do Movimento Brasil Competitivo propõe ações urgentes para melhorar a formação profissional e reduzir custos.

O desempenho médio dos alunos do ensino público no Enem alcançou 514 pontos em 2024, com um aumento na participação de 84%, mas a presença entre as 500 melhores escolas caiu para 21. A qualidade do ensino público ainda é uma preocupação.

O projeto Sessão Azul, que adapta sessões de cinema para crianças com autismo, completa dez anos em 2023, enfrentando desafios de parcerias e patrocínios. A iniciativa promove inclusão e conforto para famílias.

Jovem do projeto Meninas em Ação vive dia como governadora com Celina Leão. A iniciativa visa empoderar alunas da rede pública do Distrito Federal, destacando talentos em idiomas.

Menina de 13 anos ficou assustada ao menstruar pela primeira vez, revelando a falta de educação sexual. Especialistas alertam para a importância de iniciar conversas sobre o corpo e sexualidade desde cedo.