A Seequent disponibilizará até quinhentas licenças gratuitas de softwares de geociências para estudantes do Programa Desenvolver 2025 da Vale, visando formar novos geocientistas na América Latina. Essa colaboração busca suprir a demanda crescente por profissionais na área, oferecendo ferramentas como Leapfrog e Oasis Montaj, que facilitam o modelamento do subsolo.

A Seequent, empresa do grupo Bentley Subsurface, anunciou que oferecerá acesso gratuito a um conjunto de softwares de geociências para os participantes do Programa Desenvolver 2025 da Vale. Esta iniciativa visa apoiar estudantes universitários de graduação e pós-graduação a desenvolverem soluções inovadoras para os desafios enfrentados pela indústria de mineração. O programa se concentra em áreas com alta demanda por geocientistas, como estimativa de recursos minerais e engenharia geotécnica.
Os softwares disponibilizados incluem Leapfrog, Geostudio e Oasis Montaj, que permitem o modelamento tridimensional de geologia, geomecânica e geofísica. Ignacio Torresi, Vice-Presidente Executivo da Seequent para a América Latina, destacou que essas ferramentas ajudam os estudantes a construir modelos digitais relevantes para o setor de mineração. Em 2024, muitos finalistas do programa expressaram que o acesso a software especializado seria crucial para seus projetos.
Como parte dessa colaboração, a Seequent se comprometeu a fornecer até quinhentas licenças de seus programas para estudantes de universidades em toda a América Latina. Julia Oliveira, Gerente de Vendas Técnicas da empresa, ressaltou a importância de apoiar a formação de novos geocientistas, especialmente diante da escassez de profissionais na área, tanto na região quanto globalmente.
O acesso a essas ferramentas é visto como um passo importante para modernizar a grade curricular dos cursos de geociências, preparando melhor os alunos para o mercado de trabalho. Torresi enfatizou que a parceria com a Vale, um dos principais clientes da Seequent, é fundamental para investir no futuro da formação de geocientistas.
A iniciativa também reflete um compromisso com a inovação e a sustentabilidade na mineração, incentivando a participação ativa dos estudantes na busca por soluções para os desafios do setor. O programa não apenas promove a educação, mas também busca integrar a teoria à prática, essencial para a formação de profissionais capacitados.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a formação de novos profissionais é vital para o desenvolvimento sustentável da indústria de mineração. A união em torno de projetos educacionais pode fazer a diferença na capacitação de futuros geocientistas, contribuindo para um setor mais inovador e responsável.

A evasão escolar no Brasil continua alarmante, com um em cada três estudantes abandonando o ensino médio, especialmente entre jovens negros e de baixa renda. Dados da PNAD 2024 revelam que a necessidade de trabalhar e a falta de interesse são os principais motivos para essa desistência. A desconexão do currículo com a realidade dos jovens e a repetência agravam o problema, que começa na alfabetização. É urgente implementar soluções integradas, como incentivos e currículos mais relevantes, para garantir a permanência dos alunos na escola.

O ministro da Educação, Camilo Santana, se opõe a cortes orçamentários e defende investimentos no programa de bolsas Pé-de-Meia, essencial para a educação básica. Ele critica a proposta de déficit zero e pede apoio do Congresso.

Ministro dos Transportes, Renan Filho, sugere eliminar aulas em autoescolas para obter a CNH, visando reduzir custos e facilitar o acesso, especialmente para a população de baixa renda. A proposta pode ser implementada sem passar pelo Congresso Nacional.

O podcast Mundaréu lançou a série “Conexão”, apresentada por adolescentes de escolas públicas de Campinas, abordando temas como invisibilidade e tecnologias. A iniciativa é parte de um projeto de iniciação científica e visa explorar o uso da internet por jovens.

Estudantes enfrentam crescente dificuldade de concentração, agravada pela pandemia e uso excessivo de celulares. Educadores propõem práticas para recuperar essa habilidade essencial para os vestibulares.

O governo de São Paulo, sob Tarcísio de Freitas, implementará um projeto-piloto na EJA, exigindo presença mensal, o que levanta preocupações sobre a qualidade do ensino. Especialistas criticam a medida.